Circula, há alguns dias, esta mensagem na Internet:
(...)
"Existe um poderoso movimento nos bastidores visando
que o Plenário do CONFEA aprove em sua reunião Plenária de Maio/2012, um
acordo de flexibilização para a entrada de engenheiros portugueses no Brasil
Na realidade trata-se não de uma flexibilização, mas
sim de uma abertura do nosso mercado de forma sumária, que permitirá que
engenheiros de todas as modalidades filiados a Ordem dos Engenheiros de
Portugal, possam ingressar no Brasil, sem necessidade de revalidação de diploma
e análise de grade curricular, como atualmente ocorre, e iniciem a ocupar
funções profissionais com um simples "visto temporário" emitido pelos
CREAs.
O Colégio de Presidentes dos CREAs, inclusive essa é
a posição do Presidente do CREA-RS, engenheiro civil Luiz Capoani, em sua
quase totalidade, manifestou-se contrário a esse projeto, mas mesmo assim o
mesmo vem sendo articulado de forma consistente por forças externas e forte
apoio interno no CONFEA, inclusive houve uma tentativa frustrada de
se aprovar o acordo em rito sumário na Plenária de Abril/2012.
É nossa obrigação como conselheiros federais
defender a engenharia brasileira e principalmente o nosso mercado de trabalho.
Passamos muitos anos em profunda recessão e sem
emprego para os engenheiros, e os europeus nunca abriram ou flexibilizaram a
entrada de brasileiros, muito pelo contrário.
Neste momento em que Portugal enfrenta profunda
recessão, com quase 25% de taxa de desemprego, abrir nosso mercado dessa forma
significará uma verdadeira invasão, inclusive já existem tratativas para
estender esse acordo com Espanha e Argentina.
Esse projeto somente interessa ao processo de
globalização das multinacionais e ao mercado financeiro internacional, mas o
que causa profunda estranheza, é o interesse e a defesa desse acordo por
alguns setores do CONFEA, inclusive conselheiros federais.
O Brasil irá investir pesadamente em infraestrutura
nos próximos 20 anos, com previsão de dobrar sua capacidade energética e
portuária, triplicar sua malha rodoviária e aeroviária entre outros
ítens, e essa abertura primeiramente para os profissionais estrangeiros, num
segundo momento irá com certeza ser estendida as empresas de engenharia
internacionais, pois praticamente não existe previsão de crescimento na Europa
para os próximos 10 anos.
Temos convicção que o Plenário do CONFEA não irá
aprovar essa proposição e saberá defender com autonomia e independência os
interesses dos profissionais brasileiros, que elegeram através do voto todos os
seus atuais representantes que estão no Conselho Federal de
Engenharia e Agronomia."
Estamos perante uma visão de vistas curtas.
Por força do Tratado de Porto Seguro nem os portugueses precisam de obter o reconhecimento dos seus diplomas académicos no Brasil nem os brasileiros precisam de obter o reconhecimento dos seus diplomas em Portugal.
Eles são reconhecidos automaticamente, impondo-se apenas que as universidades verifiquem as equivalências e se preencham os eventuais desequilíbrios. Isso confere aos engenheiros brasileiros uma posição ímpar em todos os estados da União Europeia, que são os 27 países mais desenvolvidos da Europa, tudo a troco da abertura do mercado ao pequeno número de engenheiros portugueses.
Muito mais interessante seria que os engenheiros brasileiros pensassem no potencial que têm, em tempos de crise, as universidades portuguesas, para formar engenheiros para o Brasil.
Para além de serem muito mais baratas, o custo de vida em Portugal é muito mais baixo que no Brasil e abrir-se-ia, por aí, a hipótese de uma maior participação de professores brasileiros nas universidades portuguesas, que não podem ser alheias ao destino das pessoas que aí são formadas.
Já agora, quem quiser comentar, envie mails para os seguintes endereços:
44 comentários:
Exmos. Colegas Engenheiros dos Crea´s
Venho dar conhecimento da carta enviada ao Sr. Eng. José Tadeu da Silva,
Presidente do Confea, sobre o assunto em epígrafe.
Venho tambem pedir á todos os Presidentes dos Crea´s no Brasil, que cancelem todos os pedidos de inscrição de Engenheiros Portugueses para emissão de carteiras profissionais do Crea, devido a termos no Brasil a
mesma reciprocidade em relação ao ato racista da Ordem dos Engenheiros Portugueses em relação á 153 engenheiros Brasileiros em Portugal, que nunca reconheceram os 153 profissionais em Portugal.
Aguardando vosso prezado contacto para qualquer esclarecimento adicional, apresento meus cumprimentos.
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377
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A/C Sr. Presidente Confea - Brasil /// Discriminação de Engenheiros Brasileiros em Portugal
Exmo. Sr. Presidente do Confea José Tadeu da Silva
Meu nome é Ramiro Lopes Andrade, sou Engenheiro Civil Reg nº 1988100377, Carteira Profissional nº RJ-881003779/D, Cidadão Brasileiro.
Vivo em Portugal desde 1990.
Desde esta data, 1990, tenho tentado minha inscrição na Ordem dos Engenheiros Portugueses, não tendo conseguido.
Tentei a Ordem dos Engenheiros Portugueses.
Tentei a Embaixada Brasileira.
Tentei os tribunais portugueses, foi tudo tempo e dinheiro perdidos, ao longo destes 22 anos.
A atitude da Ordem dos Engenheiros Portugueses foi sempre de empatar, e ganhar pelo cansaço, conseguiram ............ foram sempre pessoas baixas e racistas em relação aos brasileiros.
Agora vejo os portugueses a voltarem ao Brasil, e EXIGIREM direitos para poderem trabalhar livremente no Brasil ( engenheiros , arquitectos , etc .......), em plena concorrência desleal com os engenheiros brasileiros.
O que o Confea vai fazer em relação a esta invasão de profissionais estrangeiros ( principalmente portugueses ), depois do tratamento racista que tiveram em relação á 153 profissionais Brasileiros, em Portugal ????
Devíamos dar do mesmo veneno aos Portugueses, e não deixar trabalharem no Brasil.
Vi no blogue um comentário seu:
http://www.blogizazilli.com/index.php/destaques/coluna-marco-alzamora/comment-page-1#comment-32397
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Engenheiro civil. José Tadeu da Silva
“Entrada de profissionais estrangeiros preocupa sistema profissional”.
Brasília, 29 de maio de 2012.“A entrada de profissionais estrangeiros no país é uma situação que vem nos preocupando imensamente. Esta semana, inclusive, estamos discutindo o assunto com os presidentes de todos os Creas e com representantes das Entidades Nacionais. Trata-se de um problema de todos nós, profissionais brasileiros. E, nesse caso, de responsabilidade do Sistema CONFEA/CREA.”Engenheiro civil. José Tadeu da Silva
Presidente do CONFEA-Conselho Federal de Engenharia e Agronomia
Será que verei de parte do Confea, e do Sr. Presidente Engenheiro José Tadeu da Silva, a devida resposta à Ordem dos Engenheiros Portugueses, com a mesma reciprocidade do que fizeram à 153 profissionais Brasileiros em Portugal ?
Caro Sr. Presidente Engenheiro José Tadeu da Silva, sei que não é culpado desta situação dos 153 profissionais Brasileiros em Portugal, mas agora é o presidente do Confea, e tem responsabilidades, peço que actue no sentido de negar, e dificultar ao máximo a vida dos profissionais portugueses no Brasil, em reciprocidade ao que fizeram a mim ( Ramiro Lopes Andrade ), e aos meus outros 152 colegas aqui em Portugal.
Aguardando vossas prezadas notícias, apresento os votos de muito sucesso no Confea.
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Obs: Esta carta foi com conhecimento a todos os órgãos da Ordem dos Engenheiros Portugueses.
geral@oern.pt; madeira@madeira.ordemdosengenheiros.pt;
Prezados Colegas Brasileiros,
Vou apenas deixar um testemunho por conhecimento de causa.
Conheço e trabalho com Engenheiros Brasileiros à alguns anos e todos eles estão inscritos na Ordem dos Engenheiros Portuguesa.
Como qualquer entidade reconhecedora de qualificações, a análise e investigação tem que ser minuciosa. Informo-vos que a Ordem dos Engenheiros Portuguesa apenas reconhece cursos de Engenharia de algumas universidades do país (Portugal), sendo que grande parte das universidades de engenharia portuguesas (privadas e públicas) não têm os seus cursos de engenharia acreditados pela Ordem.
O que significa que existem muitos licenciados/bacharéis portugueses em engenharia, que não conseguiram inscrição na Ordem dos Engenheiros, visto que os conteúdos programáticos, cargas horárias, modalidades de avaliação, nível de exigência, etc. dos seus cursos não seguem os pressupostos da entidade que reconhece e fornece a carteira profissional (Ordem dos Engenheiros).
No entanto, existe pelo menos um outra entidade em Portugal (ANET - Associação Nacional dos Engenheiros Técnicos), que também reconhece profissionais de Engenharia, mas com um critério menos exigente.
Face ao exposto, não me parece que se trate de algum acto de racismo ou xenófobo, mas sim de uma exigência de uma entidade reconhecida internacionalmente.
Estou em Portugal e testemunho diariamente a desdém dos portugueses...
Quem não se lembra dos dentistas brasileiros há 20 anos? Foram proibidos de execer a sua actividade profissional.
Tratam mal os emigrantes brasileiros: o brasileiro é retratado como um vagabundo.
O Brasil é visto como um país "favelado" mas que gostavam "colonializar" para explorar as suas riquezas naturais...
A meu ver, devíamos dar do mesmo veneno aos portugueses, e a inscrição de engenheiros (e não só) portugueses devia ser muito criteriosa (somente os "fora de série", caso existam).
E um absurdo oque esse ministro petista fez, abrir as portas para este povo que escravizou e expoliu recursos de modo cruel...
não esqueceremos desta, mercadante
Resposta ao sr anónimo:
sou inscrito nas duas instituições que mencionou (OE e ANET); também eu conheço engenheiros brasileiros inscritos na OE assim como portugueses inscritos no sistema CREA/CONFEA, posso dizer que o numero de profissionais inscritos nas duas situações são muito reduzidos. Isto quer dizer duas coisas, que os processos burocráticos são tão difíceis tanto de um lado quer de outro. Chama-se a isto "manias" do tipo "os cursos do meu país são melhores dos que o do teu". Se os portugueses podem parecer mais "snobs" no tratamento com os brasileiros no que diz respeito a processos burocráticos, ao menos conduzem os processos com um pouquinho mais de seriedade e honestidade, já os brasileiros, por sua vez, e no seu país, além de empatarem as coisas por muito mais tempo, ainda por cima o fazem sem justificações e por vezes com argumentações completamente ridículas, características de quem só quer exercer o poder e pouco mais que isso (há aquele provérbio: se queres ver um pobre soberbo....). Enfim, neste campo, posso dizer por experiencia própria, tal um tal outro. O certo é que hoje, os cursos de engenharia no Brasil são todos de 5 anos, enquanto que a maioria dos cursos portugueses são de 3, a diferença de conteúdo torna-se aqui mais evidente o que dificultará ou tornará impossivel a equivalencia do diploma no Brasil. Para terminar, informo o sr. Miguel Reis que está enganado quanto ao tratado do Porto Seguro. Experimente a mencioná-lo em alguma universidade federal brasileira e a resposta será sempre a mesma: nenhum tratado se sobrepõe à lei brasileira no que diz respeito à revalidação de diplomas estrangeiros; a lei é a mesma para todos os países e portugal não é excepção nessa matéria (aliás, se ler o tratado com atenção verifica que em nenhum artigo é dito que existe revalidação automática). O tratado apenas indica ..."O reconhecimento será sempre concedido, a menos que se demonstre, fundamentadamente, que. há diferença substancial entre os conhecimentos e as aptidões atestados..." ou seja, isto é mais uma demonstração do que os políticos portugueses andaram a fazer ao longo do tempo, a esbanjar o dinheiro do povo em viagens com as suas longas comitivas, e a assinar tratados que não servem para nada, que não dizem nada, e que não acrescentam nada ao que já está estabelecido nas leis base.
A. Calado
Meu Caro A. Calado:
Uma coisa é o que diz efetivamente o Tratado. Outra, o que tem sido o desrespeito de ambas as partes, a começar por Portugal, relativamente a ele.
Miguel Reis
A questão constitucional afeta à reciprocidade de tratamento deve ser analisada!!!!!!!
Caros amigos Reis e Ribeiro,
já que tiveram a atenção de ler o meu texto e comentar, gostaria de solicitar alguma informação, uma vez que isto poderá interessar a uma parte dos leitores enhenheiros portugueses (também a mim!). Estive em duas universidades federais brasileiras com o propósito de pedir equivalencia de diploma; não vou falar do monte de papéis exigido nem do tempo que demorou só para completar o início do processo. A análise do diploma pode demorar até 6 meses, mais as taxas pagas que não são devolvidas em caso algum. Depois de todo o tempo de espera (em que é proibido exercer a actividade) a resposta dos conselhos de revalidação é não. Não, porque existem diferenças substanciais, o Brasil é um país diferente, etc. etc. Argumentando que existe o tratado de Porto Seguro e que este diz no parágrafo 41º "O reconhecimento será sempre concedido, a menos que se demonstre, fundamentadamente, que há diferença substancial entre os conhecimentos e as aptidões atestados pelo grau ou título em questão, relativamente
ao grau ou título correspondente no país em que o reconhecimento é requerido..." a resposta mantém-se a mesma. Então, mais tarde, ao ler com mais atenção este artigo, reparei na triste figura que fiz frente ao director do conselho de revalidação. Na realidade, o artigo não acrescenta ou altera coisa nenhuma, uma vez que é sempre necessária uma análise do diploma e concluir sobre diferenças substanciais, dizer-se que o reconhecimento será sempre concedido não faz qualquer sentido. O Brasil é muito objectivo quanto a este assunto; na página do ministério da educação do Brasil, pode ler-se na secção de revalidação de diplomas, entre outras coisas "...O Brasil não possui nenhum acordo de reconhecimento automático de diplomas; portanto, as regras são as mesmas para todos os países." A pergunta que faço é: qual a maneira de fazer uso deste tratado no que diz respeito a este assunto, se ele próprio deixa espaço para manter as coisas do jeito que já eram?
Para terminar, julgo que é importante deixar a mensagem aos leitores (e indo ao encontro das idéias do Miguel Reis num outro artigo) de que o Brasil não é neste momento o paraíso de emprego que os governantes ou os jornais portugueses tanto apregoam; o custo das coisas é altíssimo, a burocracia portuguesa é uma brincadeira à vista da burocracia brasileira, o reconhecimento da profissão é uma tarefa sem sucesso à vista, também existem muitos engenheiros sem emprego no Brasil e a continuar assim, daqui a pouco juntam-se a estes os espanhois, portugueses e afins (latinos). Desta forma não posso criticar as autoridades brasileiras nem o sistema CREA/CONFEA quanto às permissões de trabalho, pois caso contrário vai suceder lá o mesmo que aqui com os trabalhadores estrangeiros. Junte-se a isto tudo a segurança dos cidadãos e a violência neste bonito país tropical, e se calhar é melhor ficar por aqui a plantar uns legumes no quintal. Bom dia para todos.
A. Calado
Impostos sobre engenheiros portugueses a trabalhar no Brasil
Bom dia Srs. Deputados Federais do Brasil
Meu nome é Ramiro Lopes Andrade, Cidadão Brasileiro, engenheiro civil.
Vivo em Portugal desde 1990, e venho denunciar a discriminação sofrida por 153 engenheiros brasileiros em Portugal.
Srs. Deputados Federais, esta situação de discriminação de engenheiros brasileiros em Portugal é recorrente desde 1990.
Agora que Portugal está falido, a Ordem dos Engenheiros Portuguesa quer o livre acesso do Brasil aos engenheiros portugueses, sem que estes prestem as mesmas provas que exigem aos brasileiros em Portugal, com uma concorrência desleal contra engenheiros brasileiros.
Venho sugerir que seja criado um imposto específico de 35% sobre o salário bruto de todos os ( engenheiros / arquitetos ) portugueses a trabalharem no Brasil.
Esta verba seria encaminhada para o apoio das Universidades Brasileiras, na formação de novos engenheiros que tanto o nosso Brasil necessita.
Tambem se aplicaria a reciprocidade contra todos os engenheiros portugueses, até que todos os 153 engenheiros brasileiros, que foram discriminados em Portugal, tenham sua situação profissional resolvida.
Espero que esta minha contribuição ajude a repor a verdade dos fatos, que tanto discriminaram os engenheiros brasileiros em Portugal.
Atenciosamente.
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377
e-mail: ramiro.lopes.andrade@gmail.com
engenheiro.brasileiro.ramiro@gmail.com
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Sr. Presidente Confea - Brasil /// Discriminação de Engenheiros Brasileiros em Portugal
Exmo. Sr. Presidente do Confea José Tadeu da Silva
Meu nome é Ramiro Lopes Andrade, sou Engenheiro Civil Reg nº 1988100377, Carteira Profissional nº RJ-881003779/D, Cidadão Brasileiro.
Vivo em Portugal desde 1990.
Desde esta data, 1990, tenho tentado minha inscrição na Ordem dos Engenheiros Portugueses, não tendo conseguido.
Tentei a Ordem dos Engenheiros Portugueses.
Tentei a Embaixada Brasileira.
Tentei os tribunais portugueses, foi tudo tempo e dinheiro perdidos, ao longo destes 22 anos.
A atitude da Ordem dos Engenheiros Portugueses foi sempre de empatar, e ganhar pelo cansaço, conseguiram ............ foram sempre pessoas baixas e racistas em relação aos brasileiros.
Agora vejo os portugueses a voltarem ao Brasil, e EXIGEM direitos para poderem trabalhar livremente no Brasil ( engenheiros , arquitectos , etc .......), em plena concorrência desleal com os engenheiros brasileiros.
O que o Confea vai fazer em relação a esta invasão de profissionais estrangeiros ( principalmente portugueses ), depois do tratamento racista que tiveram em relação á 153 profissionais Brasileiros, em Portugal ????
Devíamos dar do mesmo veneno aos Portugueses, e não deixar trabalharem no Brasil.
Vi no blogue um comentário seu:
http://www.blogizazilli.com/index.php/destaques/coluna-marco-alzamora/comment-page-1#comment-32397
http://www.crea-rs.org.br/site/arquivo/revistas/revista_88_ed88.pdf
CONSELHO EM REVISTA CREA-RS
REVISTA BIMESTRAL DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL
Colégio de Presidentes é contrário a termos do Protocolo de
Intenções entre Confea e Ordem dos Engenheiros Portugueses
O presidente do CREA-RS, Eng. Luiz Alcides Capoani, votou
contrário ao Protocolo de Intenções firmado em 2011 entre o
Confea e a Ordem dos Engenheiros Portugueses. A votação ocorreu
durante o último Colégio de Presidentes, realizado em abril
na cidade de Recife, e a proposta apoiada pelo Eng. Capoani
venceu por maioria dos votos entre os presidentes dos Creas.
“Não somos contra convênios, mas desde que sejam feitas parcerias
com critérios e regulamentos claros para o efetivo intercâmbio
profissional”, justificou o Eng. Capoani.
O Protocolo de Intenções entre o Brasil e Portugal foi firmado
em 26 de novembro de 2011 pelo então presidente do Confea,
Eng. Marcus Túlio de Melo, na solenidade de comemoração do
Dia Nacional do Engenheiro, em Coimbra, Portugal.
A assinatura foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros federais em Reunião
Plenária (Decisão Plenária 1954/11) e previu a admissão temporária de Engenheiros brasileiros natos na Ordem de Engenheiros de Portugal e o registro temporário de Engenheiros portugueses de origem nos Creas, restrito aos contratos temporários de
trabalho e à prestação de serviços nos territórios português e brasileiro, decisão esta não discutida pelo Colégio de Presidentes.
O Engenheiro Civil Melvis Barrios Junior, conselheiro federal pelo RS, explicou aos presidentes dos Creas presentes em Recife que o aprovado e autorizado pelos conselheiros federais na Plenária foi apenas uma autorização para um Protocolo de Intenções, e não a assinatura de convênio.
“É nossa obrigação como conselheiros defender a Engenharia brasileira e, principalmente, o nosso mercado de trabalho. Passamos muitos anos em profunda recessão, e os europeus nunca abriram ou flexibilizaram a entrada de profissionais brasileiros, muito pelo contrário.
Neste momento em que Portugal enfrenta profunda recessão, com
quase 25% de taxa de desemprego, abrir nosso mercado significará
uma verdadeira invasão, inclusive já existem tratativas para
estender este acordo com Espanha e Argentina”, declarou o
conselheiro.
Em reunião no Ministério da Educação, ocorrida em maio,
com o secretário de Educação Superior do Ministério, Amaro Lins,
o atual presidente do Confea, Eng. José Tadeu da Silva, cobrou
a reciprocidade, além da devida atenção aos profissionais brasileiros.
Também pediu um prazo maior para que o Conselho se
manifeste sobre a emissão de registro a profissionais portugueses.
“Estamos procurando conciliar este exercício profissional,
temos dialogado com o Colégio de Engenheiros de Portugal desde
1999, mas não somos mais colônia dos portugueses, exigimos
a reciprocidade, algo que durante muitos anos não recebemos
deles.
Durante duas décadas, comemos o pão que o diabo amassou,
com os portugueses exigindo praticamente que nossos profissionais
refizessem o curso.
Queremos cooperar com o governo,
só que também temos que nos preocupar em guardar o mercado
dos brasileiros, exigir a reciprocidade e ainda o intercâmbio técnico-
cultural”, ressaltou o presidente do Confea.
CASO NÃO EXISTA UMA PARCERIA ENTRE PORTUGAL E BRASIL NO QUE CINGE A REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA,VALE RESSALTAR OS BRASILEIROS QUE SE FORMARAM NAS UNIVERSIDADES PUBLICAS E PRIVADAS QUE CHEGAM AO SEU PRÓPRIO PAÍS E RECEBEM XPTO DE REGRAS COM INUMERAS XEROX DE TODOS OS DOCUMENTOS E AINDA COBRAM UMA TAXA FORA DA REALIDADE E NO FINAL, OU MELHOR NA MAIORIA DAS VEZES TEM UM NÃ COMO RESPOSTA.
AGRADEÇO UMA RESPOSTA A ESTE CASO VISTO QUE MEU IRMAO É BRASILEIRO, FOI PARA PORTUGAL COM 8 ANOS E HOJE FORMADO NAO TEM ESPAÇO PROFISSIONAL NO SEU PROPRIO PAÍS!!! É JUSTO? REVEJAM AS REGRAS E PENSEM NOS IRMAOS BRASILEIROS QUE ESTAO PERDIDOS POR LÁ E QUE ESTAO VOLTANDO POR CONTA DA CRISE! REVALIDAÇAO AUTOMATICA PARA BRASILEIROS JÁ! OBRIGADA
ASSINADO : IRMÃ QUE AMA IRMÃO
Vocês deixem-se de tretas racistas, existem brasileiros inscritos na Ordem dos Engenheiros Portugueses sim senhora; e a taxa de desemprego em Portugal é de 15% e não de 25% como têm aqui escrito. Alem disso, o governo Português de hoje não é o mesmo que aquele que antes supostamente não permitiu a entrada de Brasileiros na OEP, isso já é generalizar e racista em si. Ainda por cima vêm com aquela velha desculpa de que os Portuguêses exploraram o Brasil, escravizaram e bla bla bla... tenham dó, essa desculpa passou de data há muito tempo, tiveram pelo menos 200 anos para fazer desse gigantesco pedaço de paraíso um país de jeito, mas não! Outra afirmação complectamente idiota que vocêss adoram fazer é de que se fossem colonizados pela Holanda, pela Inglaterra, ou França, seriam um país melhor... sim, sim, mas parece que os índios apaches, os indianos, os árabes e até os índios dos países de lingua Espanhola da América do Sul não gostaram muito da ocupação... especialmente quando apenas uns poucos sobreviveram para contar a história. Outro pormenor, apesar de aí terem 5 anos de curso, não queira necessáriamente dizer que são mais instruídos do que aqueles que tiveram 3 anos de curso em Portugal, pois a qualidade do curso entre os dois países pode variar... também a qualidade do aluno. Como racismo existe em todo o lado, a melhor maneira de o combater é simplesmente não o praticando, se forem vítimas de racismo, avisem as autoridades. Se decidirem também ser racistas, vocês Brasileiros racistas anti-lusos sem cérebro vão dar razão aos racistas Portuguêses para vos odiarem mais. Paz para todos e tenham um bom dia.
PS: podem referir-me simplesmente como Pessoa Decente para responder ao meu comentário.
Cá estou eu pensando em que fazer de minha vida depois de me graduar (ainda vai ser daqui a dois anos ou a um e meio) e uma das alternativas que tenho em mente é fazer mestrado em Portugal. Então procuro no Google como seria ter meu diploma reconhecido pra poder me sustentar enquanto estudo, caso não junte dinheiro suficiente quando eu voltar pro Brasil - estou num intercâmbio em outro lugar hoje.
Meu comentário é: os dois lados me parecem errados. Não vejo a menor simpatia nem de um lado e nem de outro. E isso tudo entre engenheiros, tipo de profissional que falta até na Alemanha!
Quem tem medo de competitividade que a abertura das portas poderia trazer deveria ter feito outro curso. Aumento de competitividade tornaria as empresas no Brasil mais produtivas que as do resto da América Latina e as de Portugal mais produtivas que as do resto da Europa.
E me envergonha MUITO ver colegas brasileiros dando desculpinhas de "fomos explorados" depois de tanto tempo que a colonização portuguesa acabou no Brasil. A Metrópole na época taxava os brasileiros em metade do que o governo brasileiro taxa os "contribuintes" hoje...
E sobre Portugal, ouço falar muito mal do tratamento que brasileiros recebem em aí em diversas situações, esses comentários aqui não são os primeiros.
Tenho a impressão que Portugal e Brasil são como dois pobres ficam competindo pra ver quem se veste com o trapo menos gasto.
Brasil e Portugal não são os únicos lugares do mundo. Eu não tenho vontade de ficar no Brasil logo no começo de minha carreira porque conheço o país e quero saber se acho algum em que eu me sinta mais confortável. Caso não ache, volto pra lá. Tem coisas que eu não gosto, mas estou aprendendo hoje que tem outras que eu AMO. Assim como eu posso acabar amando e não gostando de coisas em outros países.
Enfim, se os conselhos de engenheiros ficarem com essa idiotice vão perder portugueses e brasileiros pra outros países. Conheço alguns engenheiros recém-formados brasileiros que estão na Alemanha fazendo mestrado e trabalhando meio período e estão satisfeitos. E na América Latina o Chile tem uma qualidade de vida muito boa, um ambiente de negócios excelente, e os cursos que eu procurei não eram tão caros quanto os do Brasil. Ou seja, vão perder um profissional, e pode ter certeza que não serei o único.
Por favor, repensem as bobagens do passado. Os conselhos deveriam trocar informações sobre quem está com pendência em cada conselho e acertar com seus governos como validar diplomas e registrar devidamente todos que não estão em seu país de graduação, mesmo que isso implique em mudanças de legislação nos dois países. Mas todos só parecem querer descontar o mal que o outro faz.
E LEMBREM-SE: PROTECIONISMO ACABA COM A PRODUTIVIDADE. Que o diga a taxa de crescimento da economia dos dois países este ano.
Rafael Evangelista
Venham a Portugal e vejam a quantidade de brasileiros que vivem e trabalham cá. Aposto que qualquer um de vocês tem ou teve um amigo a viver em Portugal. Por isso não façam aos outros aquilo que não querem que vos façam a vocês.
Concorrência desleal? Em quê? Em que lado saimos beneficiados?
Sou Português com muito orgulho. Eng. de Elétrónica, tive na Universidade professores Brasileiros que me explicaram muito bem a matéria a leccionar e que nunca pus em causa o porquê de não ser um Português.
Enfim, cada um com a sua.
Filipe Costa
Boa tarde
Como vi um comentário por parte de um anónimo, nem todos os portugueses que possuem uma licenciatura em Engenharia Civil, são admitidos na Ordem dos Engenheiros, existem faculdades que não são reconhecidas pela Ordem dos Engenheiros.
Eu proprio, tirei uma licenciatura numa faculdade não reconheciada, e para poder increver-me na Ordem tive que realizar duas provas escritas (espeficica e geral) de todas as materias, para poder ser aprovado.
Escusado será dizer que a percentagem de chumbo nesta prova é elevada.
Por tudo isto acho que não será uma questão de racismo contra ninguem.
Meus Caros,
Atualmente, os cursos de engenharia em Portugal são do tipo "à bolonhesa" ou seja, com apenas 3 anos de duração, equivalentes aos nossos cursos de tecnólogo, ou ainda, à antiga engenharia operacional.
Desta forma, os profissionais que se formaram em cursos de 3 anos à bolonhonesa, devem ser reconhcidos como tal, ou seja como tecnólogos.
Como engenheiros, apenas os graduados em cursos de 5 anos.
Ainda é preciso ficar atento ao fato que, para compensar os parcos 3 anos de duração dos cursos à bolonhesa, é costume fazer-se, logo em seguida, um mestrado "embrulha-e-manda com a duração de apenas um anos. Isso mesmo, apenas um anito, ou como diriam os americanos "only one year", que academicamente é inferior aos nossos cursos de pós-graduação lato sensu ou de MBA de 360 horas.
BuildingENERGY!
Tanta arrogância académica e parece-me que também tão pouco saber!
Vê-se que é aquele tipo de analfabeto (recorrente na ORDEM DOS ENGENHEIROS E PARECE-ME PELA CONVERSA DO BLOGUE TAMBÉM NO CREA) que aprendeu tudo na universidade quando saiu com um canudo!
Amigo já vi o conteúdo programático da maioria dos nossos cursos de engenharia civil (no Brasil e aqui em Portugal) e digo-lhe que aqui na MAIORIA DOS PAÍSES (DESENVOLVIDOS) DA EUROPA berço da CIVILIZAÇÃO o Bacharelato (bsc = 3anos) + 2 de experiência profissional é condição suficiente para exercer engenharia. Infelizmente só recentemente estes cursinhos chegaram a Portugal devido aos lobbies instalados nas UNIVERSIDADES PORTUGUESAS, e ao PROTECCIONISMO DA ORDEM DOS ENGENHEIROS. Estes cursinhos permitem mobilidade no ensino europeu e ingressar no 2.º ciclo ( MASTER, mestrado, pós graduado, LICENCIADOS À MODA ANTIGA!etc ), além de bastar +2 anos de experiência profissional comprovada para obter o titulo de EUROING de forma transparente sem AQUELA BUROCRACIA ANORMALMENTE TIPICA EM PORTUGAL e com mais transparência.
TENHO UM CURSINHO DE TRÊS ANOS E MAIS13 ANOS DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, SOU ENGENHEIRO TÉCNICO CIVIL MAS SOU CONSULTOR DE MUITOS ENGENHEIROS COM CURSOS DE 5 ANOS. TODAVIA, QUANDO VÊM SOLICITAR OS MEUS SERVIÇOS PAGAM O JUSTO.
O MERCADO REGULA A PROFISSÃO, O CREA E A ORDEM DOS ENGENHEIROS SÃO LOBBIES PARA QUEM NÃO SUPORTA A CONCORRÊNCIA. VIVEM DOS SUOR DOS MEMBROS ( DAS COTAS) SEM NADA FAZEREM.
FIQUE SABENDO QUE ESTOU A TRABALHAR PARA AÍ PARA O BRASIL, DAQUI DO MEU ESCRITÓRIOZINHO HUMILDE EM BRAGA (PORTUGAL), POIS OS SERVIÇOS QUE MUITOS ENGENHEIROS BRAZILEIROS INSCRITOS NO CREA PRESTAVAM PARA ESTE MEU CLIENTE BRASILEIRO ERAM DA CATEGORIA MAIS RELES QUE POSSA IMAGINAR, SEM UM PINGO DE QUALIDADE E ABSURDAMENTE CAROS.
Passe bem…..
Os portugueses são tão arrogantes que é quase impossível ter simpatia por eles,acho engraçado a foram que eles falam, até parecesse que eles merecem tratamento especial.Ainda bem que aqui no Brasil não passa nda de PT nada mesmo , nem sequer uma noticia na midia. È um país totalmente ignorado aqui e acho bom que fique assim. Um conselho sejam mais humildes no momento vocês vcs não estão com esta bola toda não.
A cultura portuguesa é tipicamente extrativista. Espoliaram o Brasil, Moçambique, Angola e, mais recentemente, quiseram espoliar Bruxelas, julgando ser mais uma côlonia portuguesa. Agora, que Bruxelas fechou as torneiras que permitam ao povo, viver à grande e à francesa, por uns bons anos, redescobriram o Brasil e estão fugindo para cá. O Brasil de hoje foi feito por brasileiros, para os brasileiros.
Não estou querendo, com isso, desmerecer o bravo povo português, muito pelo contrário. Mas a verdade é que Portugal praticou, por séculos, uma depuração genética, exportando os seus melhores e os seus empreendedores. Hoje, o seu povo é constituído dos descendentes dos indolentes e dos aproveitadores, que mamaram nos louros dos trabalho dos imigrantes e, dos quais, logicamente, não se pode esperar mais nada, a não ser a triste história que estamos vivenciando.
Como no caso dos portugueses; um país que não tem parque industrial e construções terem a pretensão de formar engenheiros ou arquitetos?
qual brasileiro seria louco de confiar nisto?
É muito interessante esta acumulação de opiniões
Carta aberta aos cidadãos brasileiros, abril de 2000
Discriminação de Engenheiros Brasileiros em Portugal
Meu nome é Ramiro Lopes Andrade, sou cidadão brasileiro (natural de Niterói – Estado do Rio de Janeiro) que vive e trabalha em Portugal desde 1990, e tenho licenciatura em engenharia civil desde 1988.
O motivo desta carta é pura e simplesmente uma denuncia contra os governos brasileiro e português.
Desde que fui trabalhar em Portugal, sou impedido de exercer minha profissão livremente, pois não posso assinar projetos de engenharia, nem tão pouco termos de responsabilidade técnica, porque meu curso é do Brasil.
No entanto, os cidadãos portugueses que tiram o curso em Portugal, atuam livremente no Brasil, sem nenhum impedimento, podendo inclusive assinar projetos e etc…
Eu peço a todos os cidadãos brasileiros que lerem esta carta, que denunciem esta situação tão injusta para 150 engenheiros brasileiros que vivem e trabalham em Portugal.
Nós, 150 engenheiros brasileiros, não somos uma ameaça aos mais de 5 mil engenheiros portugueses.
Quando Brasil recebeu centenas de milhares de cidadãos portugueses de braços abertos no século XX, todos foram bem recebidos, muitos inclusive, puderam ser eleitos deputados estaduais e federais e ascender a lugares de destaque na sociedade brasileira, por mérito próprio.
É injusto que cidadãos brasileiros sejam discriminados em Portugal, quando cidadãos portugueses foram tão bem recebidos no passado recente no Brasil.
O que Portugal faz hoje é um erro grosseiro em relação ao futuro, pois não se sabe, se um dia, não virá a precisar outra vez do Brasil, como foi no passado recente (40 anos atrás).
É conveniente não esquecer, que em 1975, cerca de 250 mil portugueses que fugiram das antigas colônias africanas, e também de Portugal (após a revolução que derrubou o regime ditatorial de Salazar), e vieram se refugiar no Brasil, sendo todos bem recebidos.
Outra questão tem sido nosso governo, que tem sido incompetente para resolver esta questão.
O mínimo que poderia fazer era retaliar na mesma moeda; ou seja, cancelar todas as licenças profissionais de cidadãos engenheiros portugueses no Brasil, até que o problema em Portugal estivesse resolvido.
Como se tudo que foi dito bastasse, ainda por cima, estes profissionais portugueses atuam livremente no Brasil, sem a devida fiscalização dos órgãos competentes (CREA e CONFEA).
O presidente Fernando Henrique Cardoso esteve em Portugal em março, a comemorar os 500 anos de Descobrimento.
É um insulto a todos os profissionais brasileiros não ter essa farsa resolvida.
O Presidente Fernando Henrique Cardoso é cumplice desta situação.
Não me digam que já indo no segundo mandato presidencial, ainda não teve tempo de resolver esta questão, sobre as equivalências aqui em Portugal.
Aproxima-se o dia 22 de abril (data da Descoberta do Brasil).
Seria bom que o Brasil e Portugal resolvessem esta questão, mas como os governantes, tanto brasileiros como portugueses, são uns hipócritas, só me resta divulgar esta mensagem pela internet e via fax, a todos os brasileiros de boa vontade, e esperar a solidariedade de todos na divulgação desta injustiça.
Talvez, os cidadãos brasileiros num futuro muito próximo, comecem a tratar os portugueses no Brasil, da mesma maneira que os portugueses tratam os cidadãos brasileiros em Portugal. “Nesta altura vamos ver o que sentem e pensam os portugueses no Brasil.
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Crea-RJ
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377
e-mail: ramiro.lopes.andrade@gmail.com
engenheiro.brasileiro.ramiro@gmail.com
Portugueses desempregados, o Brasil não será a solução de vossos problemas, Não Precisamos de Voces, fiquem e construam seu proprio terreno
Aínda bem que a 'Presidenta' vai lixar o Brasil inteiro, é o que idiotas como vocês merecem por envergonhar os vossos compatriotas Brasileiros decentes ao demonstrarem o vosso ódio para com o vosso 'Pai'.
Racismo em Portugal só existe em minorias microscópicas, o resto só existe na vossa cabecinha cheia de m****. A sério, deixem-se de tretas e das desculpinhas do costume que cujo o prazo de validade expirou há 200 anos. Só estão a fazer figura de urso. Podem ser a 5ª, 6ª, 7ª potência mundial, mas não fizeram nada quanto às vossas favelas, nível de criminalidade onde os criminosos até têm bazucas, factos que tanto gostam de esconder quando estão em discussões. Um dos vossos grandes erros foi tirar o Getúlio Vargas demasiado cedo do poder, ele teria limpado o cebo a quase toda a escória que existe no vosso país, tal como Salazar fez em Portugal (aliás, Getúlio Vargas era um grande admirador de Salazar). Teria de ficar pelo menos uns trinta e tal anos no poder para que o Brasil pudesse desenvolver-se melhor. Sabe-se lá, se calhar ambos os Estados Novos teriam sido potências aliadas. Potências como os E.U.A e a U.R.S.S pensariam duas vezes antes de tentarem alguma coisa e o mundo seria um lugar melhor. Também provavelmente não haveria esse ódio contra os Portugueses.
Ass: Pessoa Decente.
Prezado Anónimo. Os "prutugueses" têm ódio dos brasileiros, porque o Brasil, ao contrário de Angola e Moçambique, nunca precisou de Portugal. O povo português é extrativista. Espolia e depois cai fora, quando está tudo arrasado. Foi assim que deixaram o Brasil, que se reergueu com a colaboração dos japoneses, alemães e outros povos AMIGOS (maiores colônias de emigrantes japoneses e alemães em todo o mundo estão no Brasil). São Paulo é considerada, pelo governo alemão, como A MAIOR CIDADE INDUSTRIAL ALEMÃ EM TODO O MUNDO. VIVA os japoneses, viva os alemães, os italianos, os húngaros, os franceses, os judeus, os muçulmanos, os budistas e todos os demais povos e culturas que vieram e contunuam vindo para o Brasil, em busca de um lugar para semear as suas esperanças de vida e encontraram, aqui ficando, em paz e harmonia e sem ódio. VIVA OS PORTUGUESES que para aqui vieram e deram as costas para o seu país mesquinho, cheio de inveja e de ódio. Que venham os "prutugueses" com as calças nas mãos, sem eira nem beira nem ramo de figueira, que não serão escurraçados por nenhum FDP, pois os que aqui existiam, já foram, há muito, para Além Mar.
São pessoas como tu que impedem que se atinja qualquer consentimento entre as duas nações, independentemente do seu passado. Malditos democratas que não deixaram o Getúlio Vargas fuzilar idiotas como tu!
Prezado Anónimo, se gostas tanto, de idolatras tando Getúlio Vargas, deves fazer como ele fez em 1954. Meta um tiro nos cornos e deixe-nos em paz, para sempre.
Futuro de Portugal:
SOPA DO SIDONIO!
Boa noite,
É lamentável que num blogue participado por pessoas com formação superior se escrevam tais barbaridades. É lamentável que em 2013 existam estas rivalidades sem sentido. Essas discriminações que falam só ocorrem quando se cruzam pessoas que pensam como vocês, portugueses e brasileiros... Desculpem se um puto vos ofende, mas cresçam! Não tenham medo que os outros sejam melhor que vós, tornem,se sim melhores que os outros!
Um abraço,
João
Vocês são uma vergonha mesmo. E ainda enchem o peito para dizer que são engenheiros. Puro nacionalismo racista.
Estudei engenharia em universidades portuguesas e brasileiras, depois fiz pós-graduação e mestrado.
Tenho amigos brasileiros tentando equivalência em Portugal, outros que já têm. Tenho amigos portugueses tentando equivalência no Brasil, outros que já conseguiram. Dos dois lados a burocracia é imensa, lido com isto diariamente.
Facilitar o processo é um avanço. Que bom que o Brasil precisa de mão de obra. Que bom que em Portugal temos facilidade de estudar.
Como disse o João.. cresçam meus caros. Vejam isto como mais uma possibilidade para ambos os lados, as coisas estão evoluindo. Já não é o que era. Onde está o "ingenium"?
Abraço
Fernando
É com imensa tristeza que leio comentários tão pobres de pessoas instruídas mas que de fato se revelam tão mal formadas. Brasileiros e Portugueses temos antepassados comuns, temos a mesma língua, partilhamos aspetos culturais, porquê esta mórbida rivalidade? Acredito que este triste cenário dados por alguns Brasileiros e alguns Portugueses não reflete o sentimento genuíno de amizade que continuo a acreditar ainda existir na maioria da população de ambos os Países. Tive professores Brasileiros, tenho colegas de trabalho Brasileiros, estive no Brasil em trabalho e em férias sempre me senti como em casa. Porquê esta triste rivalidade entre engenheiros? Porque é que Brasileiros e Portugueses não aproveitam a língua comum para desbravar mercados inacessíveis a ambos, quer na Europa, quer nas Américas, quer em África ou na Ásia?
Que falta de visão de alguns de vós
Um grande abraço para os meus amigos Brasileiros e para os meus conterrâneos Portugas.
Mário Roberto
A QUESTÃO NÃO É AUTORIZAR A VALIDAÇÃO DOQUE ELES CHAMAM DE ENGENHARIA E ARQUITETURA EM PORTUGAL, NÃO PODEMOS DÁ CREDIBILIDADE A PROFISSIONAIS SEM O MÍNIMO DE CONHECIMENTO, SABEMOS QUE O ENSINO SUPERIOR EM PORTUGAL É MUITO ATRASADO.
Caros Brasileiros,
No meio de todas estas balelas há uma, já de barbas brancas, que é a de nós Portugueses vos termos " COLONIZADOS ".
É preciso serem muito ignorantes da História do vosso próprio país para dizerem uma bacolada dessas.
Então não sabem que quando nós chegámos ao Brasil não vos encontrámos lá, a não ser que Vocês sejam Indios, o que não parece.
Vocês foram para lá muito tempo depois,quando a papinha já estava feita, fugindo à miséria das vossas terrinhas, sem arriscar nada ! E agora vêem com essa conversa de analfabetos.
Cumprimentos
V.B.Murta
ERRATA
No meu comentário anterior leia-se:
COLONIZADO em vez de COLONIZADOS
bacorada em vez de bacolada.
Cumprimentos,
V.B.Murta
Boa Tarde para todos,
CONTINUANDO.......
a)_ Chamar " Racistas " aos Portugueses, por se considerarem superiores aos Brasileiros, está errado. A palavra certa seria " Vaidosos "...E é verdade !
b)_É curioso que os únicos países onde li em documentos oficiais a raça do interessado foi na África do Sul, onde fui classificado de White e no BRASIL, de PARDO !
c)_ Vivi e trabalhei muitos anos no Brasil ao lado de excelentes cidadãos e profissionais brasileiros, pessoas de elevdo carácter, sem o receio mesquinho da concorrência de colegas estrangeiros.
Não tinham nada a ver com os " ratinhos " medrosos da concorrência que se manifestam nos escritos acima apresentados.
d_É bom ter em consideração que as grandes empresas estão mais interessadas no que o empregado SABE FAZER e no seu CURRICULO, do que na sua Escola.Parece que é disto que os " ratinhos " têem medo...
e)_ Creio no entanto que um formado por exemplo na USP, na Católica, na Federal do RJ, em Ouro Preto, na U.F.B.H., por exemplo, não têem dificuldade em obter equivalênca em Portugal.Para formados numa escola de venda de diplomas, a coisa é mais complicada....
f)_ Com respeito a BOLONHA _ leiam do que se trata.Informem-se. pô !
Cumprimentos
Murta
Boa Noite para todos,
Como ninguém respondeu, vou pôr mais uma questão:
Se os cento e tal "engenheiros " brasileiros, não gostam e até, pelos visto, odeiam Portugal e os Portugueses, porque não regressam à sua Pátria ? Porque têem horror ao trabalho ou porque aqui têem condições de Saúde, Educação e Assistência Social, para toda a Família, o que custa um dinheirão no Brasil e aqui é de mão beijada ?
Se não gostam disto, vão-se embora, desapareçam, que ninguém vai dar por isso, mas deixem-se de queixinhas !
Cumprimentos
Murta
Não sou Engenheiro mas sei que existem países na Europa que necessitam de Engenheiros, a Noruega é um deles, e pelo que sei pagam bem às pessoas e dão boas condições. Pois bem Engenheiros de Portugal e do Brasil invistam os vossos conhecimentos e formação onde são necessários, no fundo falam ambos português.
FALAR A LINGUA LUSA É UMA MALDIÇÃO, O ÚNICO LUGAR DIGNO DE NOTA É O BRASIL, QUE SÓ SE DESENVOLVEU APÓS A CHEGADA DE EUROPEUS INTELIGENTES(ALEMÃES, ITALIANOS, POLONESES, HUNGAROS, RUSSOS, INGLESES) E NÃO EXISTE COMPLEXO DE INFERIORIDADE, JÁ QUE ISSO É PRÓPRIO DE PORTUGUESES, PAÍS SODOMIZADO PELA INGLATERRA POR SÉCULOS(TRATADO DE PANOS E VINHOS...) OS BRASILEIROS CONSTRUIRAM A PONTE RIO NITEROI, A USINA DE ITAIPU, MUITAS RODOVIAS...SINCERAMENTE, PORTUGUESES NADA IRÃO ACRESCENTAR, A NÃO SER DESEMPREGADOS DESESPERADOS POR QUALQUER NINHARIA DE SALÁRIO, FAZENDO CONCORRÊNCIA DESLEAL, POLUINDO O MERCADO
Saudações a todos
Apenas gostaria de referir, e após leitura de todos estes comentários, que é uma pena cada um falar por toda a classe e não cada um por sim. É certo que cada país já cometeu erros e irá continuar a cometer. Pena que nada ser aprenda com os erros! A principal virtude de um engenheiro é a de CRIAR. Criar algo que nunca foi pensado ou criar uma solução para algo que não parece te-la. É com tristeza que percebo que alguns colegas continuam vivem entrincheirados por uma guerra que já não existem. Me deixa feliz o fato de acreditar que esta é apenas uma minoria. Por favor, vamos criar e não destruir!!!
Obrigado pela oportunidade.
Jorge
Quer dizer que em Portugal temos que aceitar toda a gente em qualquer cargo. Tentamos facilitar a entrada de pessoas competentes noutro país e somos logo a escumalha colonizadora. Boa sorte com essa mentalidade povo "irmão"
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