Tem
sido inúmeros, nos últimos tempos, os apelos à emigração e à
internacionalização das empresas portuguesas, especialmente por via da
instalação de filiais ou de sociedades por elas controladas, no estrangeiro.
Ainda
num dia destes, numa entrevista a um jornal, o secretário de Estado das
Comunidades, José Cesário, incentivava os empresários portugueses a procurar
parceiros na diáspora, no mesmo sentido da mensagem do primeiro ministro.
Depois
de ter aconselhado os jovens a emigrar, o governo português diz o mesmo às
empresas, como se pretendesse que o país ficasse devoluto.
A diáspora portuguesa tem um enorme
potencial, mas não me parece que haja condições para que empresários falidos ou
em dificuldades encontrem parceiros no estrangeiro, aproveitando a afinidade de
ser português.
A maior parte dos pequenos e médios empresários portugueses que
procura soluções no estrangeiro integra a fileira da construção civil, que é
aquela que sofreu o mais rude golpe com a crise.
A sua maior dificuldade reside no
facto de não disporem de capital e de, quase sistematicamente, terem as fichas
de crédito sujas pelos bancos que agora lhes recusam apoio financeiro e por
bases de dados, onde não é possivel discernir se as pretensões dos credores são
razoáveis ou não.
É hoje possivel, em qualquer país do
mundo, ter um recorte imediato das informações relativas a um empresário ou a
uma empresa, ocorrendo, com frequência, que a informação negativa se mantém,
mesmo depois de regularizadas as dividas.
Os empresários portugueses que têm
sucesso no estrangeiro manifestam, por regra, uma grande abertura à ideia de
ajudar outros portugueses, que com eles se queiram associar, em projetos que se
afigurem viáveis. Mas, também por regra,
não estão dispostos a aventurar relações com quem não tenha capital e,
sobretudo, com quem tenha o nome sujo.
Empresas de qualquer dimensão, que
tenham negócios próprios, sustentáveis e viáveis, à luz das regras dos mercados
para onde tenham a intenção de migrar, só terão sucesso se prepararem muito
cuidadosamente os seus projetos e se dispuserem de recursos suficientes para o
seu desenvolvimento.
A imagem de Portugal no exterior –
especialmente nos paises de lingua portuguesa – é muito negativa, como se o
país estivesse já a morrer de fome e se dele saissem hordas de emigrantes, que
já justificam cuidados especiais nas fronteiras.
No Brasil, por exemplo, já há,
nalguns aeroportos, restrições à entrada de portugueses, desde que eles não
informem do hotel em que se vão alojar e dos recursos de que dispõem para
passar algum tempo no país.
Embora fosse justo que os
brasileiros agissem assim, porque ainda hoje é são assim tratados os
brasileiros que chegam aos aeroportos portugueses, é minha convicção que as
autoridades só atuam deste modo para evitar que os miseráveis portugueses se
juntem aos que existem no próprio país e que inundam de sem abrigo as ruas das
grandes cidades.
É absolutamente compreensível e
justificável que as autoridades do Brasil sejam cautelosas, até porque não é
verdadeira a imagem que se tem do Brasil em Portugal.
Não há lugar para todos nem há
oportunidades para todos. Sobretudo, não há qualquer oportunidade para quem
queira investir sem ter dinheiro suficiente para alavancar o seu projeto.
Para além disso, o investimento no
Brasil é dificultado por processos
burocráticos complexos, que não admitem pressas nem atropelos e que têm
custos enormes para quem não tem condições próprias de instalação.
Os quadros não são diferentes em
Angola ou Moçambique.
Tudo isto é do conhecimento das
autoridades portuguesas que, todavia, insistem na conveniência de processos de
internacionalização por via do investimento português no estrangeiro.
Ora, na atual conjuntura há
excelentes condições para a internacionalização das nossas empresas por via de
fusões e aquisições das empresas portuguesas com/por empresas estrangeiras. E o
governo português age como quem quer ocultar esta realidade, talvez com a intenção
de destruir completamente a economia portuguesa, deixando o lugar livre para as
empresas estrangeiras representadas pelos seus apaniguados.
Em Portugal, há milhares de empresas,
em todas as áreas, que são viáveis, desde que saneadas financeiramente. Muitas
delas têm equipamentos novos ou quase novos, que serão reduzidos a sucata, se
os respetivos parques forem desmantelados. Com isso agravar-se-ão os prejuizos
do setor financeiro, que já começaram a ser suportados pelos contribuintes, por
valores astronómicos (cerca de 9.000 milhões só no que se refere ao BPN).
Para além de o desmantelamento de
uma empresa ter custos enormes, há muitos paises que não aceitam a importação
de bens de equipamentos usados, pelo que o mais interessante é revitalizar as
empresas no local em que se encontram instaladas.
Parece-me evidente que, ao invés de
incentivar os empresários portugueses, quase todos à beira da falência, a
emigrar levando uma mão à frente e outra
atrás, deveriam o governo e as agência governamentais promover a participação
de empresas estrangeiras na recuperação de empresas portuguesas que se
encontram descapitalizadas.
É certo que os salários em Portugal
são ainda ligeiramente superiores aos de países como a China ou o Brasil, mas,
após a últimas alterações ao Código do Trabalho, os niveis do garantismo
laboral passaram a situar-se abaixo dos do tempo da ditadura, aproximando-se, a
passos largos da desproteção que vigora no Oriente.
As empresas portuguesas são
especialmente interessantes para as brasileiras.
Queiramos ou não, a lingua assume
neste quadro um papel de grande relevo,
pois que é o mais importante instrumento de trabalho nas fábricas.
De outro lado, Portugal é – se não
acabarem com ele – um país moderno, com uma qualidade de ensino público muito
acima da do sistema brasileiro e com um sistema de saúde que, sendo tão bom
como os serviços privados brasileiros, é gratuito.
O Brasil é um mercado com quase 200
milhões de habitantes, mas Portugal é a porta de entrada de um mercado com
perto de 500 milhões, o da União Europeia.
Um apartamento em Lisboa custa uma
renda de menos de metade de um apartamento em São Paulo e os valores dos
condomínios são baixissimos, comparados com os dos Brasil.
As
escolas portuguesas de engenharia e de arquitetura correm o risco de
fechar porque a construção civil parou, não se sabe por quanto tempo.
Como já escrevemos aqui, um
brasileiro que mande um filho estudar em Portugal ganha um apartamento de
brinde se o comprar com a diferença do valor das prestações devidas à escola.
Todas estas razões justificavam que
o governo invertesse a lógica da internacionalização e chamasse a atenção para
estes atrativos em vez de, irresponsavelmente, mandar emigrar os empresários a
quem o esgotamento do crédito bancário e a recessão conduziram à falência.
Fortaleza,
5 de agosto de 2012
13 comentários:
ENGENHARIA BRASILEIRA EM PERIGO
08/05/2012
Existe um poderoso movimento nos bastidores visando que o Plenário do CONFEA aprove em sua reunião Plenária de Maio/2012, um acordo de flexibilização para a entrada de engenheiros portugueses no Brasil
Na realidade trata-se não de uma flexibilização, mas sim de uma abertura do nosso mercado de forma sumária, que permitirá que engenheiros de todas as modalidades filiados a Ordem dos Engenheiros de Portugal, possam ingressar no Brasil, sem necessidade de revalidação de diploma e análise de grade curricular, como atualmente ocorre, e iniciem a ocupar funções profissionais com um simples "visto temporário" emitido pelos CREAs,
O Colégio de Presidentes dos CREAs, inclusive essa é a posição do Presidente do CREA-RS, engenheiro civil Luiz Capoani, em sua quase totalidade, manifestou-se contrário a esse projeto, mas mesmo assim o mesmo vem sendo articulado de forma consistente por forças externas e forte apoio interno no CONFEA, inclusive houve uma tentativa frustrada de se aprovar o acordo em rito sumário na Plenária de Abril/2012.
É nossa obrigaçao como conselheiros federais defender a engenharia brasileira e principalmente o nosso mercado de trabalho,
Passamos muitos anos em profunda recessão e sem emprego para os engenheiros, e os europeus nunca abriram ou flexibilizaram a entrada de brasileiros, muito pelo contrário.
Neste momento em que Portugal enfrenta profunda recessão, com quase 25% de taxa de desemprego, abrir nosso mercado dessa forma significará uma verdadeira invasão, inclusive já existem tratativas para estender esse acordo com Espanha e Argentina.
Esse projeto somente interessa ao processo de globalização das multinacionais e ao mercado financeiro internacional, mas o que causa profunda estranheza, é o interesse e a defesa desse acordo por alguns setores do CONFEA, inclusive conselheiros federais.
O Brasil irá investir pesadamente em infraestrutura nos próximos 20 anos, com previsão de dobrar sua capacidade energética e portuária, triplicar sua malha rodoviária e aeroviária entre outros ítens, e essa abertura primeiramente para os profissionais estrangeiros, num segundo momento irá com certeza ser estendida as empresas de engenharia internacionais, pois praticamente não existe previsão de crescimento na Europa para os próximos 10 anos.
Temos convicção que o Plenário do CONFEA não irá aprovar essa proposição e saberá defender com autonomia e independência os interesses dos profissionais brasileiros, que elegeram através do voto todos os seus atuais representantes que estão no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.
Finalizando gostaríamos que os colegas enviassem mensagens eletrônicas aos seguintes emails, posicionando-se sobre o assunto: acom@confea.org.br e gri@confea.org.br e rsmelvis@gmail.com.
Necessitamos do apoio e respaldo da nossa comunidade profissional para podermos fazer esse enfrentamento e derrotar essa proposição extremamente nociva aos interesses dos engenheiros e da sociedade brasileira.
Att.,
Engenheiro Civil Melvis Barrios Junior
Conselheiro Federal-RS
O cerco está a se fechar, e o inferno vai descer á terra, vou incendiar todo o Brasil e denunciar a Ordem dos Engenheiros.
Ramiro Lopes Andrade
----------------------------------
http://www.seaerj.org.br/?p=445
maio 11, 2012
CRISE EM PORTUGAL AMEAÇA ENGENHARIA BRASILEIRA
A engenharia brasileira passa por um momento muito delicado. Parece que voltamos aos primórdios desta profissão que nasceu com a necessidade de proteger as cidades e suas populações de ataques de outras tribos. Neste caso a outra tribo é Portugal, país que está sob as duras condições do empréstimo internacional de 78 bilhões de euros concedidos em maio de 2011 pela UE e pelo Fundo Monetário Internacional.
Esta crise está fazendo com que os imigrantes portugueses venham para o Brasil tentar novas possibilidades. O problema fica ainda maior, quando se inicia um movimento nos bastidores visando que o Plenário do CONFEA aprove em sua reunião Plenária de Maio/2012, um acordo de flexibilização para a entrada de engenheiros portugueses no Brasil.
Na realidade trata-se não de uma flexibilização, mas sim de uma abertura do nosso mercado de forma sumária, que permitirá que engenheiros de todas as modalidades filiados a Ordem dos Engenheiros de Portugal, possam ingressar no Brasil, sem necessidade de revalidação de diploma e análise de grade curricular, como atualmente ocorre, e iniciem a ocupar funções profissionais com um simples “visto temporário” emitido pelos CREAs,
O Colégio de Presidentes dos CREAs, inclusive essa é a posição do Presidente do CREA-RS, engenheiro civil Luiz Capoani, em sua quase totalidade, manifestou-se contrário a esse projeto, mas mesmo assim o mesmo vem sendo articulado de forma consistente por forças externas e forte apoio interno no CONFEA, inclusive houve uma tentativa frustrada de se aprovar o acordo em rito sumário na Plenária de Abril/2012.
É nossa obrigaçao como conselheiros federais defender a engenharia brasileira e principalmente o nosso mercado de trabalho,
Passamos muitos anos em profunda recessão e sem emprego para os engenheiros, e os europeus nunca abriram ou flexibilizaram a entrada de brasileiros, muito pelo contrário.
Neste momento em que Portugal enfrenta profunda recessão, com quase 25% de taxa de desemprego, abrir nosso mercado dessa forma significará uma verdadeira invasão, inclusive já existem tratativas para estender esse acordo com Espanha e Argentina.
Esse projeto somente interessa ao processo de globalização das multinacionais e ao mercado financeiro internacional, mas o que causa profunda estranheza, é o interesse e a defesa desse acordo por alguns setores do CONFEA, inclusive conselheiros federais.
O Brasil irá investir pesadamente em infraestrutura nos próximos 20 anos, com previsão de dobrar sua capacidade energética e portuária, triplicar sua malha rodoviária e aeroviária entre outros ítens, e essa abertura primeiramente para os profissionais estrangeiros, num segundo momento irá com certeza ser estendida as empresas de engenharia internacionais, pois praticamente não existe previsão de crescimento na Europa para os próximos 10 anos.
Temos convicção que o Plenário do CONFEA não irá aprovar essa proposição e saberá defender com autonomia e independência os interesses dos profissionais brasileiros, que elegeram através do voto todos os seus atuais representantes que estão no Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.
Preocupado com a situação dos Engenheiros brasileiros diante da possível abertura deste espaço profissional para Portugual, o Presidente da Entidade Representativa da Classe dos Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro (SEAERJ), Eduardo Konig, manda uma mensagem ao colega e Conselheiro
Federal, Melvis
“Caro Melvis , como sempre muito atento na defesa da ENGENHARIA NACIONAL , tenha a certeza de nossa parceria nesta luta , acho o momento totalmente inoportuno para a abertura de nosso mercado profissional para estrangeiros , devemos ter , por dever de ofício e por sermos dirigentes de entidades de engenharia , uma postura firme e intransigente pela soberania da engenharia nacional . A reserva de mercado para nossos colegas deve ser a bandeira dos conselheiros do CONFEA, a retoma do desenvolvimento de nosso país é fato incontestável , portanto , estejamos todos empenhados na melhoria do ensino em nossas universidades , de forma a termos profissionais altamente qualificados disponíveis para o mercado de trabalho . Afirmo ainda para o amigo Conselheiro Federal , que a SEAERJ , entidade que tenho orgulho de ser o presidente e que representa cerca de 2000 profissionais públicos da engenharia e arquitetura estará perfilada nesta luta em defesa de nossa reserva de Mercado”, afirma Konig.
Caro Dr. Miguel Reis
Leia o e-mail que recebi ainda á pouco ....... a caixa de pandora foi aberta, e o inferno vai descer a terra !!!!!!
Cumprimentos.
Ramiro Lopes Andrade
-------------------------------------------
Date: Thu, 9 Aug 2012 16:16:08 -0300
Subject: Re: Discriminação de Engenheiros Brasileiros em Portugal
From: @gmail.com
To: ramiro.andrade@hotmail.com
CC: embaixadadeportugal@embaixadadeportugal.org.br;
Prezado colega Ramiro Andrade,
Mantivemos ontem, o presidente do Crea-DF, Flávio Correia de Sousa, e eu, um rápido encontro com o senhor embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Ribeiro Telles, que nos afirmou estar ciente da questão do exercício profissional de engenheiros brasileiros em Portugal e de engenheiros portugueses no Brasil e que já tem agendadas reuniões com autoridades brasileiras para tratar da questão, inclusive com o presidente do Confea, sendo sua intenção solucionar o problema que afeta o exercício profissional de colegas de ambos os países.
Transmiti à autoridade portuguesa meu ponto de vista como velho engenheiro, professor de diversas gerações e Especialista de Estruturas pelo LNEC, Lisboa, 1970, que somente com uma justa reciprocidade se poderá admitir engenheiros estrangeiros no Brasil.
Em breve meu Blog vai abordar esse assunto.
Gostaria de continuar recebendo de sua parte informações dessa questão e desde já coloco o referido blog à disposição dos colegas.
Atenciosamente,
Eng. Civil Danilo Sili Borges
Exma Sra. Marta Parrado
A Sra. Marta Parrado como representante desta " associação racista da Ordem dos Engenheiros Portuguesa está enganada !!!!
Fiz minha inscrição na Ordem dos Engenheiros em 1994, e foi através do acordo vingente entre os governos do Brasil e Portugal, regulado através do "Acordo Cultural de 1966".
Sistematicamente me dirigi as instalaçoes da Ordem dos Engenheiros, pessoalmente, pedindo informações sobre o processo. As informações que me eram dadas eram que o processo de análise estava em andamento.
A atitude da Ordem dos Engenheiros Portugueses foi sempre de empatar, e ganhar pelo cansaço, foram seis anos de espera.
Passados seis anos de espera, coloquei um processo em tribunal em 2000, que passados 8 anos, foi indeferido meu pedido.
Claro que um brasileiro em Portugal jamais teria conseguido um resultado diferente.
O Acordo Cultural de 1966 em vigor quando pedi minha inscrição na Ordem dos Engenheiros, preconizava apenas que os engenheiros ( tanto brasileiros, como portugueses ), só necessitavam estarem inscritos em suas respectivas associações ( Ordem dos Engenheiros e CREA´s ), e que não era necessário validar os diplomas em universidades portuguesas.
Portanto Sra. Marta Parrado, vá se informar antes de divulgar MENTIRAS.
Pode ficar certa a Ordem dos Engenheiros Portuguesa, que não DESITIREI ........................
A reposição da verdade, e verdade dos FACTOS, são palavras muito bonitas Sra. Marta Parrado, gostava de ve-la confrontar-se com os 153 engenheiros que foram discriminados em Portugal.
PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO, espero que os engenheiros portugueses no Brasil levem muito colírio para passarem nos olhos ....................
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377
Facebook - Ramiro Lopes Andrade
Este lugar é para divulgar a discriminação realizada pela Ordem dos Engenheiros Portuguesa, contra 153 Engenheiros Brasileiros em Portugal.
Agora que Portugal está em crise economica profunda, querem exercer sua profissão no Brasil com todo...s os direitos.
Reciprocidade é o que eu, e meus outros 152 colegas exigimos.
EXIJIMOS JUSTIÇA CONTRA A ORDEM DOS ENGENHEIROS.
QUE OS PORTUGUESES NO BRASIL SOFRAM DO MESMO VENENO QUE PROVAMOS EM PORTUGAL.
Peço a todos os meus colegas do Brasil que DENUNCIEM TRABALHADORES ENGENHEIROS PORTUGUESES A TRABALHAREM ILEGALMENTE EM SUAS EMPRESAS, JUNTO DOS CREA´S, E JUNTO DO MINISTÉRIO DO TRABALHO.
Por favor , ajudem-me.
Obrigado.
Ramiro Lopes Andrade
Mensagem de Ramiro Lopes Andrade / Discriminação de Engenheiros Brasileiros em Portugal
RAMIRO LOPES ANDRADE
14:00 (Hace 30 minutos)
para danilosiliborg., embaixadadepor., flavio_cor, flavio.correia., comunicacao, bcc: marta.parrado, bcc: geral, bcc: madeira, bcc: geral.acores, bcc: portalegre, bcc: santarem, bcc: evora, bcc: faro, bcc: castelobranco, bcc: leiria, bcc: aveiro, bcc: correio, bcc: delegacao.vila., bcc: delegacao.viana, bcc: delegacao.brag., bcc: delegacao.braga, bcc: secretaria
Caro Colega Sr. Eng. Danilo Sili Borges
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a atenção dispensada por si e pelo Sr. Eng. Flávio Correia de Sousa, sobre o assunto da "Discriminação de Engenheiros Brasileiros em Portugal".
Fiquei realmente sensibilizado!
Gostaria de afirmar que tanto a Ordem dos Engenheiros de Portugal, como o Governo Portugues, não tem nenhum interesse em resolver este problema, farão todos os possiveis para empatar, postergar, e enganar todos os internevientes ( Crea´s e Confea ).
Foi assim no passado, e será assim no presente.
Não são pessoas de bem............ quando não mais precisarem do Brasil, verão a atitude racista que irão tomar contra os Brasileiros em Portugal!
Enquanto não resolverem o que fizeram comigo, e com 152 colegas aqui em Portugal, não se pode ceder à Ordem dos Engenheiros Portuguesa, devemos bloquear e impedir a todos os Portugueses de exercerem a profissão no Brasil, em retaliação ( reciprocidade ).
Aguardo os desenvolvimentos da reunião do Embaixador de Portugal em Brasília, com o Presidente do Confea.
Por favor, mantenha-me informado.
Atenciosamente.
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377
e-mail: ramiro.lopes.andrade@gmail.com
engenheiro.brasileiro.ramiro@gmail.com
ADIADO IMPLEMNETAÇÃO DO ACORDO ENTRE O CONFEA E A ORDEM DOS ENGENHEIROS.
O CIRCO ESTÁ A PEGAR FOGO, E VOU CONTINUAR A JOGAR GASOLINA.
CUMPRIMENTOS.
RAMIRO LOPES ANDRADE
http://www.ordemengenheiros.pt/pt/atualidade/noticias/confea-adia-por-seis-meses-entrada-em-vigor-do-acordo-com-oe/
A entrada em vigor do protocolo de cooperação firmado entre a Ordem dos Engenheiros portuguesa (OE) e o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia do Brasil (CONFEA), que tem como objetivo a criação de condições favoráveis para a mobilidade de profissionais engenheiros entre Portugal e o Brasil, foi prorrogada por um período de 180 dias.
Esta dilação temporal, da iniciativa e total responsabilidade do CONFEA, visa permitir, de acordo com o comunicado emitido por este Conselho Federal em 28/06/2012, que o Sistema CONFEA/CREA possa completar o processo de consulta que está a levar a efeito junto das várias organizações brasileiras com intervenção na questão do exercício pleno da atividade profissional por parte de engenheiros estrangeiros e de análise da legislação que enquadra o tema.
O acordo, estabelecido em 26 de novembro de 2011, em Coimbra, prevê que os engenheiros de ambos os países possam ser admitidos temporariamente, ou seja, durante o período de vigência do contrato de trabalho ou de prestação de serviços, no sistema CONFEA/CREA do Brasil, ou, tratando-se de engenheiros brasileiros, na Ordem dos Engenheiros de Portugal.
Como resultado deste adiamento por parte do CONFEA, prevê-se que somente próximo do final do ano seja possível que o Acordo entre as duas instituições possa ficar ativo.
Ordem dos Engenheiros
www.ordemengenheiros.pt
Aqui vai estar a descrição .
Novo golpe da Ordem dos Engenheiros Portugueses no Brasil contra o CREA / CONFEA, alerta aos Engenheiros Brasileiros
Bom dia a todos os colegas Engenheiros do Crea
Venho mais uma vez denunciar os Engenheiros Racistas da Ordem dos Engenheiros Portugueses (OEP), que não satisfeitos com a negativa do Conselho Consultivo do Crea em Abril/2012, em que vetaram o novo acordo com a OEP, que determinava que os engenheiros portugueses não necessitavam de obterem equivalência em Universidades Brasileiras, eis que atacam outra vez.
Agora firmaram um acordo obscuro com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, uma instituição de direito privado, que supostamente dirige as Universidades Públicas do Brasil.
O objectivo deste acordo é contornar o veto dos Engenheiros Brasileiros dos CREA´S, e permitir a invasão de milhares de engenheiros portugueses, em concorrência desleal com os engenheiros brasileiros.
O que o Confea e Crea´s vão fazer ???
É altura certa de reagirmos contra este senhores da Ordem dos Engenheiros Portugueses, peço a todos os meus colegas do Confea/Crea, que não permitam.
A OEP, covarde mente discriminou 153 Engenheiros Brasileiros em Portugal !!!!!
Apresento os melhores cumprimentos, e aguardo o contacto dos colegas.
Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377
e-mail: ramiro.lopes.andrade@gmail.com
engenheiro.brasileiro.ramiro@gmail.com
Contacto skype : ramirolopesandrade
===================================
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2730234
Portugal e Brasil facilitam reconhecimento de graus académicos
22/08/2012
Universidades portuguesas e brasileiras assinaram esta terça-feira, em Brasília, um memorando de entendimento para agilizar o reconhecimento dos graus académicos em Portugal e no Brasil, facilitando o acesso profissional de diplomados nos dois países.
O convénio, que numa fase inicial abrangerá os licenciados em Engenharia e Arquitetura, foi celebrado entre o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior, a maior associação de universidades do Brasil, com sede em Brasília.
Em declarações telefónicas à agência Lusa, a partir de Brasília, o presidente do CRUP, António Rendas, referiu que um grupo de trabalho "vai compatibilizar os mecanismos de avaliação dos dois países em termos de reconhecimento de graus académicos", processo que ficará "pronto até ao final do ano".
Numa primeira fase, os mecanismos de "avaliação, acreditação, reconhecimento", por parte de Portugal e Brasil, dos "graus académicos das universidades portuguesas e brasileiras" vão abranger os licenciados em Engenharia e Arquitetura.
Mas "a ideia é estender a outras áreas onde a necessidade do reconhecimento do grau académico possa também ser importante para o exercício da profissão", adiantou António Rendas, lembrando que "havia mecanismos burocráticos muito dispersos no Brasil" que impediam o reconhecimento das licenciaturas portuguesas.
Caros colegas, engenheiros e afins. Muito me desagrada a vossa postura quanto a quererem dificultar a entrada de engs. portugueses ou de pessoas de outras nacionalidades no Brasil. Vejo que o Sr. Ramiro Lopes de Andrade é muito emotivo nos seus depoimentos. O Sr. a que me refiro com certeza já é cidadão português visto que reside em Portugal desde 1990 (o próprio divulgou). Assim sendo tem todos os direitos dos portugueses conforme lei internacional de reciprocidade entre Portugal-Brasil. Desde 1990 o Sr. talvez não tenha nem tentado reconhecer o seu diploma de graduação brasileiro. Caro Sr. Ramiro Lopes de Andrade, aqui no Brasil todos os portugueses devem de reconhecer o diploma de graduação português e para tal têm que pagar 500 reais. Até onde sei só o poderiam fazer com visto de trabalho (visto tipo V, tal como pode confirmar no site do ministério da justiça brasileiro). Para a sua informação, meu caro, a burocracia brasileira é tremenda quando uma empresa pensa em contratar estrangeiro. Outra informação, caso o Sr. não saiba, para tirar o CREA em situações normais, é necessário visto de permanência. Se o sr. tem visto de permanência em Portugal penso que a Ordem dos Engenheiros irá resolver o seu assunto. O Sr. neste tempo todo poderia ter reconhecido o seu diploma em uma faculdade pública e facilmente ter a Autorização da Ordem dos Engenheiros. Deve de ser um processo lento pois aqui no Brasil demora em média um ano. Outro ponto é o fato de o Sr. incentivar a não entrada de profissionais de eng. no Brasil. Acho que essa sua postura de nada contribui para o desenvolvimento de seu país que está dramaticamente carente por profissionais de Eng. Se você como eng. civil estivesse interessado em ajudar o seu país viria para o seu país contribuir para o crescimento e desenvolvimento. De nada vai contribuir o seu sentimento de revolta. Já que está a tanto tempo em Portugal decerto assistiu ao que aconteceu com os dentistas brasileiros. Invadiram Portugal e abriram consultórios na calada e prestaram serviços de saúde irregularmente. Só após alguns anos é que as autoridades portuguesas tomaram conhecimento do caso. O que foi feito foi um acordo entre Brasil-Portugal para que os dentistas brasileiros regularmente trabalhassem em Portugal. Essa sua postura é de uma pessoa revoltada que nada vai contribuir para melhorar a situação. Para o seu conhecimento, muitas empresas portugueses estão no Brasil, nomeadamente a construir barragens para melhorar a carência da rede elétrica do seu país, Brasil. Os engs. dessas empresas não têm CREA. Faça um favor a si mesmo e ao seu país, venha trabalhar para o Brasil. Caso contrário sugiro que se mantenha calado pois a sua postura de nada contribui para o desenvolvimento dos dois países. Outra informação para o Sr., os engenheiros portugueses não assinam projetos no Brasil caso não tenham CREA para que a empresa para a qual trabalham não tenha problemas judiciais. Penso que o Sr. fala sem conhecimento de causa. Outra informação para o Sr., Brasil e Portugal estão com relacionamento bom. Foi aberta uma fabrica brasileira em Évora de peças de aviação. Tal como o presidente dessa empresa falou, a fabrica não foi aberta por questões de ordem econômica mas sim visando a expansão internacional da empresa (em Portugal a mão de obra é mais barata). Disse ainda que teve muitos incentivos fiscais portugueses para que abrissem a fabrica em Portugal ( http://estadao.br.msn.com/economia/embraer-abre-primeiras-f%C3%A1bricas-na-ue-1). Ou seja Portugal abre as portas para todo o mundo e como sempre não cobra impostos para incentivar o investimento estrangeiro no país. Coisa que o Brasil não faz porque o que não falta é estrangeiro a querer vir para o Brasil. Como você vê os dois países têm um relacionamento puramente de negócios. Não venham com discursos moralistíscos que o Brasil recebe bem todo o mundo. Recebe tão bem como qualquer outro país.
Caros Forcas vivas do Pais
Provocacacoes sempre existiram A provocacao ate pode ser positiva para nos
O governo e incompetende esse e o grande senao.
Desde de 2009 eu apostei numa empresa internacional que explora os mercados do medio oriente e comeca a tentar Asia e India
Sou Portugues membro da OE e mebro da FEANI- A ordem so me serviu ao longo de mais 30 anos de carreira para obter o grau de EUR e poder bater o pe aos arrogantes ingleses e americanos subtis. Bem Haja aqui
Sou casado com uma brasileira tenho um filho brasileiro mas esta dificil exercer engenharia no brasil Posso ser empresario da construcao civil Hoteleiro nao requer grande investimento e sera aqui como empresario da construcao civil que penso iniciar a partir do proximo ano.
A questao permanece como Engenheiro gostaria de poder exercer engenharia no Brasil Dificuldades muitas
1- O Governo portugues em termos politicos he um zero a esquerda incompetententes infelizmente e o que temos. Nao me refiro a ser socialdemocrata ou socialista a geracao de politicos actual e mediocre QUE FAZER?
Parece a ser Lenine que fazer? !! ate ri com o que escrevo
Estamos (FUUUUUUUUUUU....) ate o o baixo pide e provocador Ramiro goza connosco Ha que aceitar e tentar dar a volta como ?
Eu estive na Libya, no Vietname e agora na India a Empresa onde trabalho valoriza-me e paga me atempadamente e um salario internacional Procuro fazer RFP E RFQ com portuguesas portuguesas ate agora ainda nao deu certo mas reconheco que as empresas portuguess teem tal como os profissionais um grande capita falta apoio para actuar internacionalmente e nos mercados correctos O mundo nao he composto apenas pelas ex colonias. O Brasil como ex colonias e grande mercado deve ser abordado numa estrategia portuguea global " Que nao existe "
Assim vamos andando mas o meu voto e o seu podem mudar a situacao
Abraco a tosos e bem haja
Caro Jobeta
Compreendo tua revolta, é a mesma que tenho em relação á Ordem dos Engenheiros portugueses.
Dái chamar-me de baixo pide e que estou a gozar, convenhamos que é exagerado.
Estou apenas a devolver os minos da Ordem dos engenheiros portugueses.
Agora acham mal eu estar a revidar ???
E os 153 engenheiros brasileiros que foram discriminados em Portugal ???
Ha isso não faz mal não é ???
SÃO BRAZUCAS E NÃO FAZ MAL PREJUDICA-LOS EM PORTUGAL.
POIS É JOBETA, PIMENTA NOS OLHOS DOS OLTROS É REFRESCO NÃO É ?????
A partir do dia 8 de outubro iniciarei uma campanha para taxar os engenheiros e arquitetos portugueses em seus salários em 35%, junto dos deputados federais brasileiros.
Atenciosamente.
Ramiro Lopes Andrade
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