domingo, setembro 23, 2012

Um discurso brilhante do do Reitor da Universidade de Coimbra

UCV | Abertura Solene das Aulas 2012/2013 - Discurso do Reitor da UC

4 comentários:

Ramiro Lopes Andrade disse...

Impostos sobre engenheiro​s portuguese​s a trabalhar no Brasil, em concorrênc​ia desleal com engenheiro​s brasileiro​s

Bom dia Srs. Deputados Federais do Brasil

Meu nome é Ramiro Lopes Andrade, Cidadão Brasileiro, engenheiro civil.

Vivo em Portugal desde 1990, e venho denunciar a discriminação sofrida por 153 engenheiros brasileiros em Portugal.

O texto abaixo é uma carta enviada ao CONFEA ( Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura ). A leitura desta carta é esclarecedora.

Srs. Deputados Federais, esta situação de discriminação de engenheiros brasileiros em Portugal é recorrente desde 1990.

Agora que Portugal está falido, a Ordem dos Engenheiros Portuguesa quer o livre acesso do Brasil aos engenheiros portugueses, sem que estes prestem as mesmas provas que exigem aos brasileiros em Portugal, com uma concorrência desleal contra engenheiros brasileiros.

Venho sugerir que seja criado um imposto específico de 35% sobre o salário bruto de todos os ( engenheiros / arquitetos ) portugueses a trabalharem no Brasil.

Esta verba seria encaminhada para o apoio das Universidades Brasileiras, na formação de novos engenheiros que tanto o nosso Brasil necessita.

Tambem se aplicaria a reciprocidade contra todos os engenheiros portugueses, até que todos os 153 engenheiros brasileiros, que foram discriminados em Portugal, tenham sua situação profissional resolvida.

Espero que esta minha contribuição ajude a repor a verdade dos fatos, que tanto discriminaram os engenheiros brasileiros em Portugal.

Atenciosamente.

Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil
Carteira Profissional nº RJ-881003779/D
Reg. nº 1988100377

e-mail: ramiro.lopes.andrade@gmail.com
engenheiro.brasileiro.ramiro@gmail.com

Ramiro Lopes Andrade disse...

A/C Sr. Presidente Confea - Brasil /// Discrimina​ção de Engenheiro​s Brasileiro​s em Portugal

Exmo. Sr. Presidente do Confea José Tadeu da Silva

Meu nome é Ramiro Lopes Andrade, sou Engenheiro Civil Reg nº 1988100377, Carteira Profissional nº RJ-881003779/D, Cidadão Brasileiro.
Vivo em Portugal desde 1990.
Desde esta data, 1990, tenho tentado minha inscrição na Ordem dos Engenheiros Portugueses, não tendo conseguido.
Tentei a Ordem dos Engenheiros Portugueses.
Tentei a Embaixada Brasileira.
Tentei os tribunais portugueses, foi tudo tempo e dinheiro perdidos, ao longo destes 22 anos.
A atitude da Ordem dos Engenheiros Portugueses foi sempre de empatar, e ganhar pelo cansaço, conseguiram ............ foram sempre pessoas baixas e racistas em relação aos brasileiros.
Agora vejo os portugueses a voltarem ao Brasil, e EXIGEM direitos para poderem trabalhar livremente no Brasil ( engenheiros , arquitectos , etc .......), em plena concorrência desleal com os engenheiros brasileiros.
O que o Confea vai fazer em relação a esta invasão de profissionais estrangeiros ( principalmente portugueses ), depois do tratamento racista que tiveram em relação á 153 profissionais Brasileiros, em Portugal ????
Devíamos dar do mesmo veneno aos Portugueses, e não deixar trabalharem no Brasil.
Vi no blogue um comentário seu:

http://www.blogizazilli.com/index.php/destaques/coluna-marco-alzamora/comment-page-1#comment-32397

Engenheiro civil. José Tadeu da Silva

“Entrada de profissionais estrangeiros preocupa sistema profissional”.

Brasília, 29 de maio de 2012.“A entrada de profissionais estrangeiros no país é uma situação que vem nos preocupando imensamente. Esta semana, inclusive, estamos discutindo o assunto com os presidentes de todos os Creas e com representantes das Entidades Nacionais. Trata-se de um problema de todos nós, profissionais brasileiros. E, nesse caso, de responsabilidade do Sistema CONFEA/CREA.”

Engenheiro civil. José Tadeu da Silva
Presidente do CONFEA-Conselho Federal de Engenharia e Agronomia

Será que verei de parte do Confea, e do Sr. Presidente Engenheiro José Tadeu da Silva,
a devida resposta à Ordem dos Engenheiros Portugueses, com a mesma reciprocidade do que fizeram à 153 profissionais Brasileiros em Portugal ?

Caro Sr. Presidente Engenheiro José Tadeu da Silva, sei que não é culpado desta situação dos 153 profissionais Brasileiros em Portugal, mas agora é o presidente do Confea, e tem responsabilidades, peço que actue no sentido de negar, e dificultar ao máximo a vida dos profissionais portugueses no Brasil, em reciprocidade ao que fizeram a mim ( Ramiro Lopes Andrade ), e aos meus outros 152 colegas aqui em Portugal.

Aguardando vossas prezadas notícias, apresento os votos de muito sucesso no Confea.

Ramiro Lopes Andrade
Engenheiro Civil

Obs: Esta carta foi com conhecimento a todos os órgãos da Ordem dos Engenheiros Portugueses.

geral@oern.pt; madeira@madeira.ordemdosengenheiros.pt; geral.acores@acores.ordemdosengenheiros.pt; portalegre@sul.ordemdosengenheiros.pt; santarem@sul.ordemdosengenheiros.pt; evora@sul.ordemdosengenheiros.pt; faro@sul.ordemdosengenheiros.pt; castelobranco@centro.ordemdosengenheiros.pt; leiria@centro.ordemdosengenheiros.pt; aveiro@centro.ordemdosengenheiros.pt; correio@centro.ordemdosengenheiros.pt; delegacao.vilareal@oern.pt; delegacao.viana@oern.pt; delegacao.braganca@oern.pt; delegacao.braga@oern.pt;

RAMIRO LOPES ANDRADE disse...

http://www.crea-rs.org.br/site/arquivo/revistas/revista_88_ed88.pdf

CONSELHO EM REVISTA CREA-RS
REVISTA BIMESTRAL DO CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA DO RIO GRANDE DO SUL

Colégio de Presidentes é contrário a termos do Protocolo de
Intenções entre Confea e Ordem dos Engenheiros Portugueses

O presidente do CREA-RS, Eng. Luiz Alcides Capoani, votou
contrário ao Protocolo de Intenções firmado em 2011 entre o
Confea e a Ordem dos Engenheiros Portugueses. A votação ocorreu
durante o último Colégio de Presidentes, realizado em abril
na cidade de Recife, e a proposta apoiada pelo Eng. Capoani
venceu por maioria dos votos entre os presidentes dos Creas.
“Não somos contra convênios, mas desde que sejam feitas parcerias
com critérios e regulamentos claros para o efetivo intercâmbio
profissional”, justificou o Eng. Capoani.

O Protocolo de Intenções entre o Brasil e Portugal foi firmado
em 26 de novembro de 2011 pelo então presidente do Confea,
Eng. Marcus Túlio de Melo, na solenidade de comemoração do
Dia Nacional do Engenheiro, em Coimbra, Portugal.
A assinatura foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros federais em Reunião
Plenária (Decisão Plenária 1954/11) e previu a admissão temporária de Engenheiros brasileiros natos na Ordem de Engenheiros de Portugal e o registro temporário de Engenheiros portugueses de origem nos Creas, restrito aos contratos temporários de
trabalho e à prestação de serviços nos territórios português e brasileiro, decisão esta não discutida pelo Colégio de Presidentes.

O Engenheiro Civil Melvis Barrios Junior, conselheiro federal pelo RS, explicou aos presidentes dos Creas presentes em Recife que o aprovado e autorizado pelos conselheiros federais na Plenária foi apenas uma autorização para um Protocolo de Intenções, e não a assinatura de convênio.

“É nossa obrigação como conselheiros defender a Engenharia brasileira e, principalmente, o nosso mercado de trabalho. Passamos muitos anos em profunda recessão, e os europeus nunca abriram ou flexibilizaram a entrada de profissionais brasileiros, muito pelo contrário.
Neste momento em que Portugal enfrenta profunda recessão, com
quase 25% de taxa de desemprego, abrir nosso mercado significará
uma verdadeira invasão, inclusive já existem tratativas para
estender este acordo com Espanha e Argentina”, declarou o
conselheiro.
Em reunião no Ministério da Educação, ocorrida em maio,
com o secretário de Educação Superior do Ministério, Amaro Lins,
o atual presidente do Confea, Eng. José Tadeu da Silva, cobrou
a reciprocidade, além da devida atenção aos profissionais brasileiros.
Também pediu um prazo maior para que o Conselho se
manifeste sobre a emissão de registro a profissionais portugueses.
“Estamos procurando conciliar este exercício profissional,
temos dialogado com o Colégio de Engenheiros de Portugal desde
1999, mas não somos mais colônia dos portugueses, exigimos
a reciprocidade, algo que durante muitos anos não recebemos
deles. Durante duas décadas, comemos o pão que o diabo amassou,
com os portugueses exigindo praticamente que nossos profissionais
refizessem o curso.

Queremos cooperar com o governo,
só que também temos que nos preocupar em guardar o mercado
dos brasileiros, exigir a reciprocidade e ainda o intercâmbio técnico-
cultural”, ressaltou o presidente do Confea.

Anónimo disse...

Bem feito brasileiro que pisa na Espanha e em PT, não merece mesmo respeito, quer estudar VÃO ESTUDAR NA VERADEIRA EUROPA, não no esgoto da EU chamado PORTUGAL. Esta nação de m**** chamada Tugal deveria era ter vergonha na cara , um país que já foi império, que roubou as riquezas do BR, de diversos países da África, que mataram, escravizaram., roubaram e que espalharam a desgraça por onde passou e hoje vive de ESMOLA DA UE, deveria era agradecer de ter aí estudantes e turistas brasileiros a gastar, e movimentar esta economia falida. PT é uma vergonha , enquanto todos os países da EU desenvolveram PT regrediu DE IMPERIO PARA M****Toda a crise que PT sofrer é pouco merece tudo de ruim e de pior, estão pagando por todo mal que fizeram a humanidade , raça ruim tomara que esta crise dure por uns 10 anos. Não adiantou nada ter as melhores universidades formarem grandes profissionais e chegar onde está NO FUNDO DO POÇO.Bem feito, bem feito, bem feito, que adianta hahahaha, seus “GRANDES PROPFISSONIAS “”estão a imigrar para outros países inclusive o Brasil, para não morrer de fome , neste páis das maravilhas, (estavam implorando por reconhecimento de diplomas), tem que implorar emprego por todo mundo QUE VERGONHA O GRANDE IMPÉRIO FÁLIDO haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa. bem feito