Região de Leiria - 100 Maiores Empresas'2002
Interessante este texto de Carlos André sobre a história da Vitrocristal...Pena que ele não diga quanto vende anualmente essa empresa e quanto recebe do Estado.
quinta-feira, abril 21, 2005
POLIS da Marinha Grande sob suspeita...
Escreve a Câmara Municipal da Marinha Grande no seu site:
«A Marinha Grande está a ser requalificada, no âmbito do Programa POLIS – Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental de Cidades. As obras tiveram início em 2002 e deverão terminar até final de 2005. A Autarquia celebrou um contrato-programa com o Estado, no qual é assegurado o financiamento de € 5.005.437, correspondente a 62 por cento do investimento global.
O grande objectivo do programa é zelar pela qualidade de vida dos marinhenses, num espaço urbano e público renovado. Depois das obras concluídas, diversos locais vão voltar a estar disponíveis para fruição pública e a embelezar a cidade.
Está subjacente a consciência de que “um ambiente construído culturalmente coerente e humanizado só pode ser verdadeiramente (re)criado tendo o homem a sua harmonia com a sociedade e a natureza como centro absoluto”. »
O grande objectivo do programa é zelar pela qualidade de vida dos marinhenses, num espaço urbano e público renovado. Depois das obras concluídas, diversos locais vão voltar a estar disponíveis para fruição pública e a embelezar a cidade.
Está subjacente a consciência de que “um ambiente construído culturalmente coerente e humanizado só pode ser verdadeiramente (re)criado tendo o homem a sua harmonia com a sociedade e a natureza como centro absoluto”. »
Suspeito de que estamos no plano da pura propaganda.
No que se refere a uma das áreas mais sensíveis, a dos chamados terrenos da Cerca, estamos perante uma mera operação de especulação imobiliária sobre um terreno industrial.
Num primeiro momento a Câmara comprou à Segurança Social uma área que foi desanexada dos terrenos da antiga Fábrica Escola Irmãos Stephens e vai aproveitar essa área para implantar um número apreciável de fogos.
Num segundo momento há quem tenha expectativa de inviabilizar em definitivo a que foi a mais emblemática fábrica portuguesa de cristais, seguramente para lhe dar o mesmo destino.
Os actuais dirigentes da Câmara sempre asseguraram que nunca os terrenos ocupados pela fábrica dos Mortensens se destinariam a construção.
Mas tudo indica que já mudaram de ideias... Consta que o BCP já têm garantida uma alteração do plano de pormenor da zona e que está a montar-se uma operação para dar destino à fábrica, inviabilizando a sua reutilização como tal.
O grande cambalacho passaria pela aquisição do imóvel ao BCP - naturalmente com dinheiros públicos - cedendo-se uma parte a uma dessas organizações sociais, que mamam directamente no Orçamento e aproveitando-se o resto para a construção.
O envolvimento dos munícipios em operações de urbanização e construção é, por natureza, suspeito e, por isso, deve ser combatido.
Ficamos à espera, para ver se é verdade o que nos dizem e para confirmar se estes autarcas são gente séria, para quem o prédio onde está a fábrica dos Mortensens não poderá ser destinado à construção civil residencial, ou se, pelo contrário, são gente desonesta movida por interesses de circunstância e motivada pelo abuso dos poderes públicos a benefício de interesses privados.
Este é o momento de perguntar o que fizeram aos milhares de toneladas de escórias com metais pesados (entre os quais chumbo e cádmium) que se acumularam durante mais de duas décadas nos terrenos hoje afectos ao Polis.
Não consta que essas toneladas de detritos tenham sido retiradas para lugar seguro, de forma a não poluir os solos.
O que nos dizem é que uma boa parte desses detritos foi espalhada, precisamente no quadro das operações subsidiadas pelo Polis.
É urgente que isto seja investigado e que se apurem as responsabilidades.
Portugal entre os "campeões" das ajudas de Estado
Portugal entre os "campeões" das ajudas de Estado
O grande drama está em que não se respeita o princípio que manda evitar que as ajudas autorizadas se traduzam numa distorção das condições normais de mercado livre favorecendo empresas ou sectores de um Estado-membro.
O que se passa no sector da critalaria é um escândalo.
As ajudas não servem senão para garantir o emprego a políticos retirados em termos que distorcem a concorrência de forma gravíssima.
A Vitrocristal ACE aparece em público como se fosse um agrupamento complementar de empresas; mas não passa de uma entidade em que se juntam as próprias entidades gestoras dos subsidios com uma associação industrial em termos absolutamente intoleráveis.
Segundo foi revelado pelo novel presidente da referida associação, todas as empresa estão em crise, precisando de adiar os seus compromissos com a Segurança Social.
Como é que empresas nesta situação podem beneficiar de apoios do Estado que se cortam às demais.
Isto carece de ser investigado urgentemente.
O grande drama está em que não se respeita o princípio que manda evitar que as ajudas autorizadas se traduzam numa distorção das condições normais de mercado livre favorecendo empresas ou sectores de um Estado-membro.
O que se passa no sector da critalaria é um escândalo.
As ajudas não servem senão para garantir o emprego a políticos retirados em termos que distorcem a concorrência de forma gravíssima.
A Vitrocristal ACE aparece em público como se fosse um agrupamento complementar de empresas; mas não passa de uma entidade em que se juntam as próprias entidades gestoras dos subsidios com uma associação industrial em termos absolutamente intoleráveis.
Segundo foi revelado pelo novel presidente da referida associação, todas as empresa estão em crise, precisando de adiar os seus compromissos com a Segurança Social.
Como é que empresas nesta situação podem beneficiar de apoios do Estado que se cortam às demais.
Isto carece de ser investigado urgentemente.
Quem trabalha sempre alcança...
Banif reestrutura actividades no Brasil
Boa sorte meu amigo Júlio...
Eu acredito que você vai conseguir demonstrar que os portugueses do Brasil nada têm a ver com esse reduzido grupo de paraquedistas que a gente vê nas fotos dos coqueteles.
O que conta no Brasil são os tais padeiros e os tais descendentes de padeiros, que nós encontramos na indústria, nas universidades, na sociedade.
Os arrivistas estão condenados a regressar ao rectângulo, marcados pela basófia do insucesso.
Acho que você está no caminho certo, meu amigo.
Os cães ladram e a caravana passa...
Boa sorte meu amigo Júlio...
Eu acredito que você vai conseguir demonstrar que os portugueses do Brasil nada têm a ver com esse reduzido grupo de paraquedistas que a gente vê nas fotos dos coqueteles.
O que conta no Brasil são os tais padeiros e os tais descendentes de padeiros, que nós encontramos na indústria, nas universidades, na sociedade.
Os arrivistas estão condenados a regressar ao rectângulo, marcados pela basófia do insucesso.
Acho que você está no caminho certo, meu amigo.
Os cães ladram e a caravana passa...
quarta-feira, abril 20, 2005
Se ele pudesse acabar com o vidro na Marinha Grande
Região de Leiria
Este Sérgio Moiteiro é impagável. Lembra-me um daqueles bombeiros incendiários... Se ele pudesse acabava mesmo com o vidro na Marinha Grande.
Agora rebela-se pelo facto de os Mortensens - cuja fábrica teve que ser fechada em consequências das acções do sindicato, que não descansou enquanto não colocasse todos os trabalhadores no desemprego - darem trabalho a outras fábricas.
Queria o Sr. Moiteiro que se mandassem estas encomendas para o lixo?
É inacreditável...
A marca JM Glass é uma marca pessoal de Jorgen Mortensen. Os desenhos são dele e ninguém os pode utilizar...
O que parece incomodar o Sr. Moiteiro é a qualidade...
Este Sérgio Moiteiro é impagável. Lembra-me um daqueles bombeiros incendiários... Se ele pudesse acabava mesmo com o vidro na Marinha Grande.
Agora rebela-se pelo facto de os Mortensens - cuja fábrica teve que ser fechada em consequências das acções do sindicato, que não descansou enquanto não colocasse todos os trabalhadores no desemprego - darem trabalho a outras fábricas.
Queria o Sr. Moiteiro que se mandassem estas encomendas para o lixo?
É inacreditável...
A marca JM Glass é uma marca pessoal de Jorgen Mortensen. Os desenhos são dele e ninguém os pode utilizar...
O que parece incomodar o Sr. Moiteiro é a qualidade...
Areia nos olhos...
Credores da Mortensen adiam avaliação do relatório de insolvência
No Diário Económico, Sérgio Moiteiro lança areia nos olhos do público.
Diz que o sindicato andou a procura de interessados para a aquisição da empresa mas que a missão se tornou impossivel porque os donos da empresa instalaram no mesmo local uma outra empresa.
E suscita suspeitas...
O que aconteceu foi extremamente simples e já foi explicado.
Depois de a Segurança Social ter sabotado o processo de recuperação de empresa da Mortensen, tornou-se inviável o seu giro comercial. Ele só continuou a ser possivel graça ao empenho de alguns clientes da empresa, que se associaram aos Mortensens para criar uma tradig, que passou a comercializar os produtos JM Glass.
No Diário Económico, Sérgio Moiteiro lança areia nos olhos do público.
Diz que o sindicato andou a procura de interessados para a aquisição da empresa mas que a missão se tornou impossivel porque os donos da empresa instalaram no mesmo local uma outra empresa.
E suscita suspeitas...
O que aconteceu foi extremamente simples e já foi explicado.
Depois de a Segurança Social ter sabotado o processo de recuperação de empresa da Mortensen, tornou-se inviável o seu giro comercial. Ele só continuou a ser possivel graça ao empenho de alguns clientes da empresa, que se associaram aos Mortensens para criar uma tradig, que passou a comercializar os produtos JM Glass.
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