domingo, setembro 11, 2005

O Beco da Cachopa... porque foi fundado por uma portuguesa... Posted by Picasa
A favela vista de cima... Posted by Picasa
...Ao fundo o bairro de S. Conrado... Posted by Picasa
Um documento para a História... Uma das primeiras casas da favela... Posted by Picasa
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... mais gatos... Posted by Picasa
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Uma Alfama de outras latitudes... Posted by Picasa
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O pessoal da Rocinha prefere carne viva a carne morta... Posted by Picasa
Complexo de «gatos» na Rua do Boadeiro. Os «gatos» são um sistema de abastecimento de energia eléctrica e de comunicações (telefone e internet)... gratuito. Posted by Picasa
Unidade de reciclagem de lixos da favela Posted by Picasa
Um bairro de 150 mil pessoas Posted by Picasa
Refr�o de um samba para o Carnqaval de 2006, na Escola de Samba da Rocinha Posted by Picasa
A favela da Rocinha abriu as suas portas ao turismo. Posted by Picasa
Sábado de manhã, da janela do Hotel Glória. Posted by Picasa
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A bandeirinha do último piso...

Passei esta manhã à frente do Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro. O edifício é imponente e bem situado... Mas a bandeira portuguesa é tão pequenina que ninguém consegue distinguir-lhe os pormenores.
Nâo há ninguém com imaginação e com uma noção mínima de estética que dê ao pavilhão nacional a dignidade que ele merece? Posted by Picasa

DN Online: Rui Marques vai tutelar imigração e minorias

DN Online: Rui Marques vai tutelar imigra�o e minorias

Diz-nos o «Diário de Notícias» que Rui Marques vai ser o novo Alto Comissário Para a Imigração e Minorias Étnicas.
É uma boa notícia, que devolve «o seu a seu dono».
Rui Marques conseguiu dar ao ACIME uma imagem e uma organização que a instituição não tinha antes, o que merece o aplauso de todos.
Urgente é que se repensem as políticas de imigração e a própria função do ACIME, à luz da evolução do fenómeno migratório e das perspectivas do mesmo.
Depois da necessidade de assistir a uma autêntica avalanche de imigrantes do Leste, conseguiram-se níveis de integração que já não justificam alguns «serviços especiais» voltados para imigrantes.
Importante é previnir e desenvolver políticas de informação no estrangeiro, que evitem os dramas de imigração ilegal.
A entidade mais vocacionada para esse trabalho é precisamento o ACIME.
Interessante é que se comece a fazer a integração antes da própria imigração.

Uma entrevista a não perder

DN Online: "Dinheiro da UE comprou interesses"

Notável esta entrevista de António Campos ao «Diário de Notícias». Ela aguça o apetite para ler o livro aí anunciado.
Até que enfim que aparece alguém que nos diz, preto no branco, que a PAC é uma enorme fraude.
Oxalá que essa desgraça dos fogos florestais chame os políticos à razão.
A prevenção dos incêndios passa por uma política de recuperação da nossa agricultura, incentivando as culturas de produtos de grande qualidade e criando circuitos de comercialização para a sua venda.
É preciso revalorizar os fertilizantes orgânicos, sem o que a floresta não é viável.
E porque não temos tempo... é preciso alterar as políticas de imigração e ir buscar ao estrangeiro os braços que faltam à nossa agricultura.
Ainda há no Brasil trabalhadores agrícolas excedentários, que podem ser formados localmente para as nossas necessidades.
Não é com engenheiros e professores do Leste que vamos lá...

terça-feira, agosto 30, 2005

Ainda há gente com coragem...

PUBLICO.PT

Manuel Jarmela Paulos pôs o dedo numa série de feridas da nossa política de imigração.
Ainda há gente com coragem - é o meu primeiro comentário.