domingo, setembro 18, 2005

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Yahoo! Grupos : vnews Mensagens : Mensagem 45 de 53

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Como é que uma coisa destas valia, pouco depois 400 milhões de dólares?

Observatório da Imprensa - 11/1/2005

Observatório da Imprensa - 11/1/2005

Para memória futura...

Gazeta Mercantil - 14/02/2000

Gazeta Mercantil - 14/02/2000

Uma noticia a guardar...
Interessante recordar... Posted by Picasa

A PT, o BES e os mensalões...

Oficialmente não há quaisquer conclusões relacionadas com as deslocações de Valério a Lisboa e com os contactos que ai realizou.
O que veio nos jornais é conhecido. E a posição da PT foi de... dar o assunto como encerrado. O mesmo com o BES.
Há um velho ditado que diz que quando ralham as comadres se descobrem as verdades.
E o que aqui me disseram foi que «há investigações sobre coisas passadas».
Que coisas?
A privatização da Telesp Celular?
A compra da Zipnet?
Pois...
A Zipnet era um pequeno portal de valor diminuto... Foi comprada por 400 milhões de dólares...
Mas o interessante não é isso... É que foram pagos cerca de 50 milhões de dólares a advogados, segundo foi revelado numa assembleias gerais da PT.
Tudo muito estranho e capaz de catalizar especiais curiosidades nos tempos e hoje.

O papel do Ministério da Justiça

Um dos aspectos mais notáveis desta crise tem a ver com o funcionamento do Ministério da Justiça, que está a dar uma imagem de que não encrava nada e que adopta todas as diligências consentêneas com a celeridade das investigações.
«O Ministério da Justiça brasileiro encaminhou anteontem à noite ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos o pedido de quebra de sigilo da conta bancária da empresa offshore Dusseldorf Company, do publicitário Duda Mendonça, naquele país e de outras 17 que a abasteciam.

Essas contas são de pessoas fisicas e jurídicas que faziam depósitos para a offshore. Entre elas, duas teriam sido usadas por doleiros de Minas Gerais. O governo brasileiro espera começar a receber as informações em um mês. »

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Como se vê se um político é ladrão...

No meio desta agitada vida política do Brasil, tive o privilégio de conversar esta semana com um juiz desmbargador e dois procuradores do Ministério Público, na cidade de S. Paulo.
Foi uma conversa amena introduzida por uma amigo jornalista que com eles tem uma relação muito especial.
O facto de eu ser português e de ter sido jornalista antes de ser advogado melhorou a abertura que todos demos a um franco debate de ideias.
Logo no princípio da conversa - quase a introduzi-la - manifestei a minha opinião, enfaticamente negativa, relativamente ao que estava a ocorrer com a prisão de Paulo Maluf e de seu filho.
Não me parece aceitável que um político que já foi governo do estado, prefeiro e até candidato à presidência da República possa ser lançado numa cela colectiva como um detido de delito comum, em fase de inquérito.
Se um polícia ou um magistrado são conduzidos para prisões especiais, porque é que um homem que esteve na primeira linha da politica brasileira é preso e colocado no estabelecimento com as mesmas condições de um vulgar ladrão ou assassino.
Parece-me que isto de uma violência incrível e que atenta inclusivamente contra os interesse público da segurança. Se fosse um cidadão comum, ninguém falaria dele. Mas de Paulo Maluf está a televisão a falar a cada momento e em termos que causam na opinião pública um sentido de ódio, passivel de gerar situações de retaliação.
Responderam-me com a «versão oficial» de que os estabelecimentos especiais servem para proteger a função que não as pessoas. Por isso o juiz Lalau, que há uns anos deu uma palmada de uns milhões e reais na administração da obra de um tribunal, foi para um estabelecimento especial (uma vez que continua a ser juiz) como teria ido Maluf se fosse prefeito ou governador, que já não é.
É uma desculpa descabelada, que não me convenceu, mas em que não repisei para não estragar o ambiente nem prejudicar a confiança dos meus interlocutores.
Para quem vem da Europa - avancei - faz alguma confusão ver o Ministério Público e as policias a investigar ao vivo, seguidas pela televisão.
De outro lado as notícias deste tipo de acontecimentos são muito opinativas. E o que os magistrados dizem as televisões também o é...
Aí começou uma conversa nova... E começou assim:
«Se fulano foi para deputado há X anos e não tinha nada, ou tinha qualquer coisa pouca, como é que ele hoje pode ter um império?»
Respondi: pode ter jogado na lotaria, por ter recebido uma herança, pode ter descoberto um poço de petróleo...
Um dos meus interlocutores fechou a questão dizendo mais ou menos isto:
«Ou o homem é rico e aí a sua fortuna pode continuar a crescer enquanto ele gasta dinheiro na política, ou então é ladrão... Não tem duas vias...»
Mas - disse eu - do que sei o Maluf sempre foi rico... Por essa teoria é normal que a sua fortuna tenha crescido.
«Pois cresceu, mas cresceu muito mais do que era admissivel».
A ideia que me ficou desta conversa é a de que há hoje na sociedade brasileira um movimento de depuração da classe política, que conta como actores principais os jornalistas, os magistrados e os polícias.
A onda é muito justicialista e peca em muitos aspectos pelo exagero, nomedamente no quadro da comunicação social.
Mas, de outro lado, fiquei com a ideia de que esta gente sabe o que está a fazer, tendo analisado cuidadosamente os erros, nomeadamente, dos magistrados italianos e espanhois.
A investigação conta com meios incriveis e está a desenvolver métodos novos de recolha de informação que nem me passava pela cabeça que pudessem vir da Europa.
Um dos meus interlocutores chamou-me a atenção para o que já se está a fazer na Europa em termos de convite á denúncia e à delação, indicando-me inclusivamente o site da UE em que os magistrados e os polícias do Brasil encontraram inspiração (o OLAF).
«Mas porquê agora? Apenas para liquidar o governo do PT? Ou só este governo é corrupto e outros eram sérios?».
Tudo tem o seu tempo... Há acções que só se desenvolvem quando há condições para isso. Talvez nunca essas condições estivessem tão amadurecidas como estão hoje.
Por isso é que Maluf, que não tem nada a ver com o PT, só agora foi preso - explicaram-me. Ao que me disseram, a polícia anda em cima dele há anos, mas nunca houve condições para avançar com a investigação como se avançou agora.
Deu para perceber que o movimento não se restringe ao espectro do partido do governo. Deu para perceber que, provavelmente, do próprio partido do governo sairão informações para abrir outras investigações em áreas diversas.
A regra de ouro parece ser esta: «quem durante X anos só poderia ganhar Y e tem fortunas de mil ou duas mil vezes provavelmente roubou...»
Pergunto-me o que é que acontecerá em Portugal se alguém algum dia resolver aplicar este método.

Uma edição a não perder... Com lições para retirar...

Imperdivel esta edição da Veja... Posted by Picasa

Transparência... mensalões e mensalinhos

Leio a citação que José Mateus faz de Miguel Sousa Tavares no Claro:

"... Seria altamente esclarecedor para a opinião pública termos acesso à lista dos escritórios de advogados que, neste e nos mais recentes governos, beneficiaram de contratos de consultadoria, avenças, ou patrocínio de causas, de ministérios, empresas públicas e governos regionais. Lá encontraríamos desde o maoísta Garcia Pereira ao serviço do governo de João Jardim, até aos mais prestigiados escritórios de advocacia de Lisboa - em alguns casos cuidadosamente organizados de forma a abrangerem todo o leque partidário do poder, de modo a estarem sempre em condições de oferecerem os seus serviços a qualquer governo, qualquer empresa pública ou qualquer autarquia. (...) "

O que se passa com a contratação de advogados por parte do Estado e das autarquias é uma pouca vergonha incontrolada e incontrolável.
O que tenho lido na imprensa portuguesa sobre os «mensalões» do Brasil é absolutamente chocante e mostra uma ignorância e uma falta de profissionalismo atroz.
Aproveitando a deixa... O que se passa com a contratação de advogados por parte do Estado em Portugal já teria dado origem, seguramente, a uma série de escândalos, porque tudo já teria sido vasculhado pelas polícias e pela imprensa.
O que de importante está a acontecer no Brasil não são as descobertas dos «mensalões» e dos «mensalinhos» que toda a gente sabia que existiam.
O que é importante e o que é novidade é o apuramento e o esclarecimento de tudo o que é duvidoso em termos de comportamento dos agentes do poder.
A imprensa investiga e opina. Lastimavelmente também pressiona...
O Ministério Público e as polícias investigam e dão a cara, o que, parecendo negativo, implica riscos e responsabiliza os agentes perante a opinião pública.
As comissões parlamentares de inquérito funcionam de porta aberta, com as sessões transmitidas pela televisão.
A aplicação deste método em Portugal liquidaria todos os elementos da classe política que houvessem participado em negócios menos claros ou que mostrassem sinais exteriores de riqueza que não conseguem demonstrar. E isso porque as coisas não se ficam no Brasil pelas conversas dos diversos «Snobs». Há jornalismo de investigação e há uma liberdade de imprensa com amplitude bem mais ampla que a existente em Portugal.
Sobretudo não há segredo de justiça em casos como estes, em que o direito dos cidadãos à informação é considerado prevalente e em que aos próprios magistrados é atribuida a obrigação de esclarecer o público.
Eu estava no Brasil quando há pouco mais de dois meses Roberto Jefferson pediu os 4 milhões que lhe faltavam.
Dai para cá muita água passou debaixo das pontes... O que originariamente eram denúncias de utilização de dinheiros de fundos paralelos para suportar iniciativas políticas dos deputados, acabou num lamaçal em que o próprio presidente do parlamento é acusado pelo concessionário do restaurante do congresso de ter recebido luvas (uma ninharia de 2.500 contos) para assinar a concessão.
Mas depois desse lamaçal - e em paralelo com ele - já se lançou novo debate, sério e delicado: o debate sobre o uso dos dinheiros destinados ao funcionamento dos partidos e às campanhas eleitorais.
Pressinto que muito gente vai sair ferida, a começar pelo próprio Presidente Lula que considerava normal, ainda há poucos dias, que o PT pagasse viagens de avião para a sua família.
A imprensa de hoje não ataca Lula mas revela que foram usados fundos partidários, sujeitos ao controlo da justiça eleitoral, para pagar viagens do marido da antiga prefeita de S. Paulo, Marta Suplicy, a Paris e dela própria a várias cidades brasileiras.
O próximo passo vai ser o vasculhar da contabilidade dos partidos pela justiça.
E, voltando à vaca fria, todos os dias aparecem questionamentos sobre a contratação do advogado X ou do advogado Y.

Memórias

Memórias... Posted by Picasa

Joaquim Almeida - o luso-americano talvez não saiba...

Caiu-me na caixa do correiro esta notícia:

Joaquim de Almeida vai tornar-se cidadão norte-americano

«Tenho a entrevista para a cidadania no dia 12 de Outubro. Quero votar e fazer parte activa do país onde pago os impostos», diz o actor português.
O actor Joaquim de Almeida revelou numa entrevista publicada hoje pelo jornal Luso-Americano, de Newark, que vai naturalizar-se cidadão norte-americano a 12 de Outubro. "Tenho a entrevista para a cidadania no dia 12 de Outubro. Já era tempo de o fazer. Quero votar e fazer parte activa do país onde pago os impostos", diz o actor na entrevista.
Joaquim de Almeida afirma que depois de 25 anos de residência nos Estados Unidos decidiu pedir a nacionalidade norte-americana.
"Achei que ao fim de tantos anos começava a ser estranho não fazer parte da política norte-americana, não poder votar", explicou o actor, acrescentando: "Nasci em Portugal e tenho com o meu país uma relação de amor e ódio, porque é um país onde a política anda sempre de mãos dadas com a controvérsia".
Na entrevista, Joaquim de Almeida salientou que com o passaporte norte-americano na mão vai sentir-se "um autêntico luso-americano".
A lei portuguesa reconhece a dupla cidadania desde 1981 e a lei norte-americana não a proíbe. Com um episódio aos domingos, Joaquim de Almeida regressou recentemente ao convívio das famílias norte- americanas com a série policial "Wanted" da cadeia TNT, que estreou a 31 de Julho e onde é o capitão Manuel Valenza. Segundo o jornal Luso-Americano, o actor terminou quarta-feira na Europa as filmagens de "Have no Fear: The Life of John Paul II" que a cadeia de televisão ABC colocará no ar até ao fim do corrente ano. Nessa produção, Joaquim de Almeida reincarna o assassinado cardeal salvadorenho Oscar Romero.»
Se tivesse ouvido as recomendações dos sucessivos governos portugueses, Joaquim Almeida já se teria naturalizado há muito tempo.
Desde a década de 80 que há uma unanimidade na política portuguesa sobre o interesse em que os emigrantes reforcem, por todos os meios, os seus direitos nos paises de acolhimento.
No discurso público sempre se considerou que isso não lhes reduzia em nada a sua qualidade de portugueses e que, de resto, era uma mais valia para eles próprios e para todos nós.
Ainda recentemente, no mesmo sentido, o actual Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas defendia a criação de uma forum de luso-eleitos em todo o Mundo.
Coerente com uma política de visão, seria que a lei reforçasse os direitos destes portugueses que se inserem nas sociedades de acolhimento, mantendo um vinculo forte entre eles e a nação portuguesa.
Mas não: a tendência mais marcante da actual política portuguesa é no sentido de afastar estes elementos da nossa sociedade, a boa maneira do que fez a outra senhora, na base de um intolerável e tacanho nacionalismo...
Joaquim Almeida seguramente que não foi informado que perde o direito de voto no Presidente da República.
De que é que lhe vale ser português se não tem direito de voto?

Intoleráveis ingerências

PUBLICO.PT

Leio no Público e não acredito no que leio:

«O Governo português está preocupado com os atrasos na resolução judicial do caso do piloto português Luís Santos, detido na Venezuela por alegado envolvimento no transporte de drogas, afirmou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral.

Em declarações à Lusa, Freitas do Amaral confirmou que vai manter na próxima semana, na sede da ONU, um encontro com seu homólogo venezuelano, Ali Rodriguez Araque, para discutir a questão.»
Se fosse em Portugal seguramente que ainda nem sequer estava marcado julgamento.
A justiça da Venezuela está a andar a um ritmo muito mais veloz que o da justiça portuguesa. Basta ver as estatísticas.
É óbvio que um Estado que não tem nenhuma autoridade moral em matéria de justiça, não pode andar a dar recados destes.
Corre o risco de que o ministo venezuelano lhe diga: «preocupe-se com o que se passa na sua casa e deixe-nos em paz».
Será que o problema não está no piloto mas na aeronave?
Admite-se que sim... São umas centenas de milhar de contos...
É natural e razoável que a justiça venezuelana se incline para dar como perdido o avião a favor do Estado.
Não era isso que aconteceria, normalmente, se tudo se tivesse passado em Portugal?

Já há uns tempos o ministro Freitas do Amaram meteu no pé na argola ao mandar um embaixador ao Golfo Pérsico com a missão de usar da influência do Estado para retirar das malhas da justiça local um cidadão português que ali foi preso a consumir drogas.
O Estado não não dever interferir no funcionamento da justiça dos outros Estados, sob pena de ter que se admitir como normal que estados terceiros pressionem o nosso governo para ingerir nos tribunais.

E não pode abrir excepções destas porque isso é manifestamente injusto.
Há centenas de portugueses presos em cadeias de todo o mundo, muitos deles apenas porque não tiveram meios nem oportunidade para se defender.
Com isso é que o Estado se deveria preocupar.

sábado, setembro 17, 2005

O Engº Sócrates ou abre os olhos ou será trucidado pela pesporrância dos seus ministros...

Gosto francamente da postura do Engº Sócrates como primeiro-ministro.
Surpreendeu-me agradavelmente o estilo que imprime à liderança do Governo.
O primeiro-ministro não tem que andar por aí no dia a dia a responder a tudo e a alimentar intrigas. E nesse sentido, a postura sóbria de José Sócrates parece-me correcta e ajustada à responsabilidade do cargo e à melhoria da operacionalidade do governo.
Penso, de outro lado, que a política não tem que se fazer na rua, num permanente debate partidário sobre as mais mesquinhas questões.
Mas isso não significa que o governo e os ministérios possam desrespeitar os cidadãos e não responder às questões que lhes são colocadas.
A postura deste governo é, nessa matéria, de uma pesporrância incrivel, como nunca vi nenhum.
Má criação pura, à revelia de tudo o que são os grandes princípios que regem o funcionamento dos serviços públicos. Pura e simplesmente, estes senhores nem sequer acusam a recepção da correspondência que lhes é dirigida.
Hão-de levar um lindo enterro por essa via...

Será que aconteceu alguma coisa?

Caiu-me na caixa de correio esta mensagem, difundida em massa:
«Somos um casal luso-brasileiro, residentes tanto em Portugal como no Brasil (estado de S. Paulo).

Minha mulher é uma cientista brasileira, prestigiada internacionalmente, nomeadamente em Portugal, com vários trabalhos e livros editados. (
www.Lomba-Viana.org/MaraCristan).

É ainda professora catedrática de sociologia numa universidade federal do Brasil e foi tratada abaixo de cão no "nosso" Consulado que de nosso nada tem!..., pois até empurrada pelas escadas foi pelo "porteiro e segurança brasileiro".... quando por minha indicação tentava falar com a tal cônsul adjunta Sofia Batalha...

Lemos com agrado a notícia veiculada na comunicação social sobre os atentados cometidos no Consulado de Portugal em São Paulo e vimos publicamente atestar a veracidade da denúncia do sindicato dos trab. consulares, que aliás peca por insuficiente pois muito mais as vítimas poderiam contar!

Sofia Batalha e o Consulado falseiam a verdade nas declarações prestadas quando tenta menosprezar as várias queixas...! Oiçam as denúncias que são bem verdadeiras!

O Consulado "de Português" nada tem... é um feudo brasileiro, onde minha mulher até "agredida" foi. Ond eestá o tradicional bom acolhimento e cortesia portuguesas e que são nosso apanágio??????

Quando por milagre se consegue após enormes filas de espera chegar à janelinha do guichet somos atendidos por um brasileiro de enorme arrogância... Eu perdi tempo e dinheiro pagando por um serviço gratuito em cheques de correio... e ainda nem sequer estou inscrito e me forneceram o cartão de inscrição consular, depois de me terem forçado a tratar tudo obrigatoriamente por correio depois de lá ter estado pessoalmente e apesar de residir a 280 quilómetros de distancia, agora para concluírem o processo de reinscrição querem que volte de novo só para rubricar um papel qualquer..... Puramente ridículo!.

Fomos espoliados, agredidos, lesados patrimonialmente e temos as provas connosco disponibilizando-nos para se testemunhar ao lado do tal Sindicato que mais não faz do que denunciar metade da realidade.

Nosso contacto em Portugal:
Apartado 229
2504-911 Caldas da Rainha
telefone: 96 4453717
casa: 262 877 838/935
fax: 262 877 832

No Brasil:
Rua Ranulpho Alvarenga Ferreira, 164
Jd. Sta. Cecília
CEP 13480-669 Limeira-SP
Fone: 00 55 19 3441-0775

Atenciosamente,
José Carlos Cristan de Lomba Viana»

Esta mensagem foi lida por milhares de pessoas.

Perguntei há dias a uma pessoa habitualmente bem informada: « será que aconteceu alguma coisa?».

A resposta foi: «parece que não aconteceu nada».


..::Vizinho do Jefferson::..

..::Vizinho do Jefferson::..


Espantoso este blog do vizinho do Roberto Jefferson em Brasília..
Dizem que está lá tudo, visto da janela.
Há cada um...

Ah grande santo...

Para afastar as moscas - já que a Política deixou de ter a dignidade que a deveria marcar - talvez tenham os crentes que recitar de novo a Oração ao Santo Expedito. O Sindicato, como as palavras do seu comunicado cairam em saco roto, talvez possa mesmo lançar uma campanha a favor desse santo das causas urgentes, difíceis ou mesmo impossiveis... Posted by Picasa

Só mudaram as moscas...

No dia 1 de Agosto difundiu a Lusa este telegrama:

«Lisboa, 01 Ago (Lusa) - O Sindicato dos Trabalhadores Consulares criticou hoje o funcionamento do Consulado de Portugal em São Paulo ao denunciar "abusos" de competências, "limitações" de acesso às instalações e "elevados" custos dos actos consulares.
O sistema de vigilância por vídeo, a impossibilidade de acesso ao livro de reclamações, a não afixação da tabela de emolumentos consulares, a cobrança por actos gratuitos, a obrigatoriedade do recurso aos correios e a exigência de pagamento mediante cheque correio são outras queixas apresentadas pelo sindicato, que denuncia também a existência de um "péssimo ambiente no trabalho".
"O modelo de organização e funcionamento imposto pela nova gestão consular está a ter reflexos muito negativos ao nível do serviço prestado aos utentes e das condições de trabalho impostas aos funcionários do posto", disse à Agência Lusa o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE), Jorge Veludo.
De acordo com o sindicato, os preços praticados pelo consulado de São Paulo são em alguns casos "escandalosamente elevados" e em outros são cobrados actos gratuitos.
Os preços são ainda agravados por ser obrigatório o envio dos documentos sempre através dos correios e apenas sob a forma de cheque correio, medida instituída pelo próprio consulado.
"Mesmo que uma pessoa tenha todos os documentos necessários para tratar de um determinado documento e os queira entregar em mão no consulado, não a deixam entrar", referiu Jorge Veludo, sublinhando que quando se trata de actos presenciais, as crianças e os acompanhantes também não podem entrar no posto.
Para o sindicato, o consulado de Portugal em São Paulo "é uma máquina de fazer dinheiro" e até o serviço de "call center", que era gratuito, começou a ser pago.
Sobre as condições de trabalho, o secretário-geral do STCDE denuncia o isolamento dos funcionários, atrasos no pagamento dos salários, recusa de inscrição em acções de formação profissional, falta de higiene nas instalações sanitárias e a obrigatoriedade do uso de farda.
Contactada pela Agência Lusa, a cônsul-adjunta de Portugal em São Paulo, Sofia Batalha, contestou as acusações da estrutura sindical, afirmando que os preços praticados pelo consulado "estão totalmente dentro da legalidade".
No caso concreto dos bilhetes de identidade ou passaporte, referiu que a diferença cobrada se destina a pagar o custo da certidão de nascimento necessária para o efeito.
Segundo Sofia Batalha, a obrigatoriedade do cheque correio é justificada por questões de segurança tal como o sistema de vídeo vigilância.
A cônsul-adjunta sublinhou ainda que o atendimento por correio é feito para "manter a transparência", sendo a única forma de garantir que todos os utentes sejam atendidos.
"É garantida a ordem cronológica da chegada do correio", afirmou, destacando que o consulado atende "questões urgentes" sem marcação prévia.
Sofia Batalha desmentiu que não seja permitida a entrada de acompanhantes no posto, explicando que as crianças e os idosos podem ser atendidos no consulado quando estão acompanhadas.
Esclareceu ainda que o serviço "call center" presta um atendimento imediato e que os utentes apenas têm que pagar uma chamada local cobrada pela companhia de telefone.»
A Lusa tem hoje, no essencial, a função de grande branqueador das falhas da nossa representação externa. Também aqui foi o o que aconteceu.
Mas o drama não está aí... O drama está - depois de todos estes meses - em que só mudaram as moscas. Toda a merda continua na mesma.
Relativamente à situação do Consulado Geral de Portugal em S. Paulo estou à espera que José Lello pinte a cara de preto, como prometeu fazer na campanha eleiroral que fez no Brasil.
O facto de a votação no candidato por ele imposto à revelia dos órgãos do Partido terem sido muito poucos não o desvincula do cumprimento da promessa.

PRESIDENCIAIS

PRESIDENCIAIS

Interessante a lista de presenças na cerimónia de apresentação da candidatura de Mário Soares.
Telefonou-me um amigo, admirado por o meu nome não figurar na lista...
Eu estava em S. Paulo e fico à espera de Mário Soares, na próxima quarta-feira.
Nem tudo � moderno em Portugal... Posted by Picasa