Livraria Digital
Uma das tónicas da análise que o PS faz do País e das suas dificuldades é a que se reporta ao conhecimento e às dificuldades no acesso ao conhecimento.
A nossa crise deriva, em grande parte, da ignorância institucionalizada e da dificuldade de acesso à informação.
Um dos melhores exemplos que conheço da forma imbecil com que se gerem os dinheiros públicos está na Livraria Digital do ICEP.
Todos sabemos que temos uma classe empresarial medianamente inculta.
Todos sabemos que temos enormes dificuldades na internacionalização.
Mas de tudo se faz negócio... Mesmo da informação que, provavelmente é catada e tratada com subsídios da União.
Todos os dias me caiem na caixa de correio coisas destas. A informação de 62 paginas de pdf sobre o contrato internacional de agência custa 20 €. Mais do que o valor médio de um livro jurídico de 500 páginas.
Como se pode pretender desenvolver o País com procedimentos como este?
Uma das tónicas da análise que o PS faz do País e das suas dificuldades é a que se reporta ao conhecimento e às dificuldades no acesso ao conhecimento.
A nossa crise deriva, em grande parte, da ignorância institucionalizada e da dificuldade de acesso à informação.
Um dos melhores exemplos que conheço da forma imbecil com que se gerem os dinheiros públicos está na Livraria Digital do ICEP.
Todos sabemos que temos uma classe empresarial medianamente inculta.
Todos sabemos que temos enormes dificuldades na internacionalização.
Mas de tudo se faz negócio... Mesmo da informação que, provavelmente é catada e tratada com subsídios da União.
Todos os dias me caiem na caixa de correio coisas destas. A informação de 62 paginas de pdf sobre o contrato internacional de agência custa 20 €. Mais do que o valor médio de um livro jurídico de 500 páginas.
Como se pode pretender desenvolver o País com procedimentos como este?
4 comentários:
SE UM ADVOGADO ESCREVE "CAIEM" (COMO SE ESTIVESSE A CAIAR), EM QUE ESTADO FICARÃO OS QUE "CAEM" EM SUAS MÃOS ?
Grande disparate...
Era assim antigamente, mas já não o é há muito tempo.
Já ninguém cae desta escada abaixo. Nós não caemos, nem caiamos; simplemente caímos.
Ou continuará o comentador a dizer que
ELE CAE
ELES CAEM...
NÓS CAEMOS
VÓS CAEZ...
?
QUE TRISTEZA É A IGNORÂNCIA DOS ADVOGADOS. NÃO HÁ "ANTIGAMENTE"... HÁ COISAS BEM ESCRITAS E HÁ UMA COISA QUE SE CHAMA ANALFABETISMO. APRENDAM:
EU CAIO
TU CAIS
ELE CAI
NÓS CAÍMOS
VÓS CAÍS
ELES CAEM
NÃO CUSTA NADA. BASTA ESTUDAR, Ó DOUTOR ...
PARA DÚVIDAS, VER PAG. 70, "DICIONÁRIO UNIVERSAL - VERBOS PORTUGUESES", TEXTO EDITORA, LISBOA, 1998
CUSTA ALGUMA COISA RECONHECER UM ERRO, Ó DOUTOR ?
HUMILDADE, É O QUE LHE FALTA !
Estou, francamente, baralhado perante estes dois comentários anónimos.
Parece-me que o primeiro dos anónimos tem razão; haverá um erro, sim senhor. Lembro-me de ter ouvido vários eruditos perorando sobre a matéria no quadro da discussão no projecto do último acordo ortográfico.
O «caem» e o «caiem» - todavia com a mesma pronúncia - eram exemplos de excepção à regra de conformação da grafia com a pronúncia, para que apontavam as novas regras ortográficas.
Mas a verdade é que não faz nenhum sentido a regra, se é que ela ainda se mantém e que, por isso mesmo, não me penitencio pelo pecado que eventualmente cometí.
A minha língua é uma parte da minha liberdade.
Por isso escrevo objeto no Brasil e objecto em Portugal.
E quanto ao «caiem», mesmo reconhecendo que o primeiro anónimo, que me injuria, possa ter razão no que à grafia se refere, apetece-me seguir a regra da correspondência da grafia à pronúncia.
Com o post não pretendeu a criatura outra coisa que não fosse pôr em causa a minha competência profissional.
É uma atitude ordinária que qualifica quem a adoptou e que não teve a coragem de assinar o que escreveu.
No que respeita ao segundo post, em que a mesma criatura responde a outro anónimo que diverge da sua opinião, continua o insulto à minha pessoa.
Eu não tenho nada a ver com essas guerras...
Aceito, de forma respeitosa, as críticas que me fazem, desde que elas venham de alguém com quem se possa falar.
Mas não respondo a provocadores anómimos.
A esses mando-os, literalmente, à merda.
Esse é o destino natural e próprio dos que se escondem no anonimato para insultar os demais.
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